domingo, 5 de junho de 2016

Benefícios que Sorrir traz a Saúde!



Encarar a vida com bom humor fortalece a mente e o corpo, tornando-nos mais aptos para enfrentar situações de crise; uma boa gargalhada causa relaxamento e diminui a sensibilidade à sensibilidade à dor, com a liberação de endorfinas na corrente sanguinea.
Recentemente, em vista de várias descobertas encorajadoras, médicos e psicólogos começaram a investigar mais intensamente o efeito terapêutico do senso de humor e dos momentos de alegria. Quanto ao primeiro há divergências, já que o que é engraçado para uns pode não ter a menor graça para outros. Já a principal dificuldade para conhecer os efeitos de uma boa gargalhada no estado geral de saude de uma pessoa é o fato de que essa manifestação dura pouco mais que alguns segundos e nem sempre é possível induzi-Ia.
Estudos mostram que o tônus muscular continua reduzido até 45 minutos após um ataque de riso; ou seja, rir tem efeito relaxante. A concentração do hormônio do stress, o cortisol, no sangue é reduzida quando as pessoas estão alegres.
Como um nível permanentemente elevado de cortisol enfraquece a defesa imunológica, é possível concluir que a alegria pode proteger contra doenças. A sensibilidade à dor também costuma ser reduzida por sentimentos agradáveis. Isso se atribui, em muitos casos, à liberação de endorfinas, que desencadeiam sentimentos de prazer no cérebro, bloqueando a transmissão de estímulos dolorosos.
Para o jornalista americano Norman Cousins não existia nenhum analgésico melhor do que assitir a uma apresentação da banda blues brothers, fundada em 1978 pelos comediantes Dan Aykroyd e John belushi. Morto em 1990, ele sofreu durante anos de artrite reumatóide, uma inflamação crônica e extremamente dolorosa das articulações da coluna vertebral. Aparentemente, nada conseguia diminuir o seu sofrimento sem efeitos colaterais desagradáveis – com exceção das piadas dos humoristas. Dez minutos de riso aberto agraciavam Cousins com aproximadamente duas horas livres de dor.
Surpreendentemente, ele conseguiu conter a reação inflamatória de seu corpo. Em seu livro Anatomy of an illness (Anatomia de uma doença) conta o sucesso do seu tratamento de riso autoprescrito. Recuperado, engajou-se como pesquisador na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, especializando-se no estudo do humor. O credo da comunidade inspirada nessa cura aparentemente miraculosa é: a alegria não apenas protege contra doenças físicas e psíquicas, mas também pode curá-las.
Durante muito tempo, o “humor terapêutico” só encontrou adeptos fora de clínicas e laboratórios. Mas recentemente, em vista de várias descobertas encorajadoras, médicos e psicólogos começaram a investigar mais intensamente o efeito de proteção e cura do senso de humor e da predisposição à alegria. Segundo o filósofo iluminista Immanuel Kant (1724-1804), apenas três coisas podem realmente fortalecer o homem contra as tribulações da vida: a esperança, o sono e o riso. Na Antiguidade, Aristóteles (384 a.C-322 a.c.), já via no riso “um exercício corporal de grande valor para a saúde”. Esse reconhecimento geral ainda existe – ainda que os cientistas admitam não saber muito bem como esses benefícios ocorrem e seja difícil comprovar a relação entre diversão e saúde. O principal empecilho para conhecer mais sobre o assunto é o fato de que as consequências mensuráveis da gargalhada, por exemplo, duram pouco mais que alguns segundos. Os efeitos agudos que se seguem ao riso assemelham-se a sua manifestação física – os músculos contraem-se, os batimentos cardíacos aceleram-se e aumentam a pressão sanguínea, a frequência respiratória e a conversão de oxigênio.
Como já indicaram testes psicológicos realizados nos anos 30, o tônus muscular continua reduzido até 45 minutos após o riso, ou seja: o corpo continua relaxado. Sabe-se também que a concentração do hormônio do stress, o cortisol, no sangue é reduzida quando as pessoas estão alegres. Como um nível sempre elevado de cortisol comprovadamente enfraquece a defesa imunológica, é possível concluir que a alegria protege contra doenças. A sensibilidade à dor também é reduzida. Isso pode ser atribuído à liberação de endorfinas, que desencadeiam sentimentos de prazer no cérebro, bloqueando a transmissão de estímulos dolorosos. Mas pouco tempo depois tudo volta a ser como antes – pelo menos até que surja o próximo ataque de alegria. Em 2007 pessquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, registraram valores reduzidos da mensageira cromogranina A (CgA) na saliva de pessoas que haviam visto um filme engraçado, em comparação com observadores de um vídeo neutro. A CgA é liberada principalmente pela medula suprarrenal quando o sistema nervoso vegetativo entra em colapso. Ao que tudo indica, a divertida comédia antagonizou esse processo.
Outros estudos, no entanto, não puderam comprovar a influência do riso sobre a reação hormonal ao stress. Um motivo possível da falta de conclusão é o fato de as formas de humor serem extremamente variadas – da leitura de um gibi ou audição de um gracejo, passando pela autoironia, sarcasmo, jogo de palavras, o riso ou tiradas cômicas por embaraço, inveja ou malícia, até cenas ao estilo de o Gordo e o Magro. Estudiosos do humor, também chamados gelotólogos (do grego gelos – riso), diferenciam até 2.500 dessas expressões. Muitas delas realmente nos divertem ou provocam um leve sorriso, mas não é preciso necessariamente rir em voz alta.
Disfarce do tédio
Por outro lado, nem todo riso implica humor. O psicólogo Robert Provine, da Universidade de Maryland, em Baltimore, Estados Unidos, descobriu que apenas uma em cada cinco das 20 risadas que um adulto dá, em média, em um dia, tem base humorística. A maior parte desses risos mudos e das risadas discretas transmite mensagens como concordância e simpatia, expressa empatia e identificação ou disfarça agressividade, irritação ou tédio e exclui outras pessoas.
Assim, no que diz respeito aos efeitos medicinais, deve-se diferenciar mais detalhadamente o riso e o humor. Este último indica principalmente um desempenho mental, a capacidade de enxergar situações ou pessoas de formas bastante específicas. Consequentemente, vários pesquisadores buscam a chave para os benefícios da piada mais no pensamento do que nas reações psicológicas imediatas.
O equivalente psicológico da resistência física é a resiliência, uma espécie de “força mental”, expressa na capacidade de suportar crises, perdas ou frustrações e encontrar algo positivo mesmo em experiências dolorosas – seja o fim de um relacionamento ou a perda do emprego. Para o psicólogo da Universidade de Zurique Willibald Ruch, estudioso do tema, há uma relação entre a resiliência e a postura bem-humorada diante das mais variadas situações cotidianas: “O humor fortalece o psiquismo e ajuda as pessoas a enfrentar dificuldaades”, defende.
Em 1990, um estudo de Nancy Yovetich e colegas da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, Estados Unidos, já apontava para essa mesma direção. Os pesquisadores propuseram que estudantes universitários participassem de um teste de dor no laboratório. Enquanto os voluntários esperavam levar um pequeno choque elétrico, parte deles ouviu uma história engraçada em um gravador. Ao demais foi apresentado um relato seco e impessoal.
Tanto entre os “submetidos ao riso” quanto entre aqueles que foram apenas distraídos, a frequência cardiaca (sinal de medo) permaneceu inalterada. No entanto, os participantes do grupo da piada encararam a dor esperada de forma mais relaxada, como demonstrou o questionamento subsequente. O conteúdo da história fez a diferença: o humor tem efeito ansioIítico da distração neutra, não. Além disso, o resultado foi reforçado pelo fato de que todo participante que se mostrou mais predisposto ao riso no teste de personalidade prévio apresentou, de maneira geral, uma maior tolerância ao desconforto.
O pesquisador W. Ruch e suas colaboradoras Karen Zweyer e Barbara Velker chegaram às mesmas conclusões em 2004, em um outro experimento. Os participantes tinham de colocar o braço em um balde cheio de água gelada, o que causa, depois de pouco tempo, uma pontada desagradável. Quem suportou o procedimento por mais tempo em média! Aqueles com maior senso de humor, medido pela reação a uma apresentação de sete minutos de Mr. Bean, que expressaram alegria ativamente durante o filme, suportaram a dor estoicamente mais tarde.
O senso individual de humor é medido, por exemplo, pelo teste State-Trait-Cheerfulness-Inventory (STCI) , um questionário desenvolvido por Ruch e colegas, na metade da década de 90. As questões do STCI distinguem entre o estado momentâneo de humor (state) – desencadeado, por exemplo, por algo engraçado – e a tendência duradoura (trait) de prestar à atenção em coisas engraçadas ou mesmo produzi-Ias. Como demonstrou uma pesquisa realizada pela internet com mais de 2.500 pessoas, a satisfação vital aumentava de forma proporcional à tendência ao humor: no balanço final, quem dá valor ao riso parece ser mais feliz.
Outro jeito de ver
Em um experimento anterior, o estudioso do humor já havia comprovado algo semelhante. Os sujeitos da pesquisa tiveram de solucionar uma série de tarefas simples em uma sala sombria, pintada de preto, enquanto um segundo grupo realizou a mesma atividade em um cômodo confortável e claro. No teste de estado de espírito subsequente, os sujeitos da sala escura obtiveram piores resultados. E, mais uma vez, aqueles com maior tendência ao humor estiveram em vantagem: o ambiente sombrio afetou-os menos.
Mas o que diferencia exatamente uma visão bem-humorada de uma postura mais séria diante da vida? Segundo a teoria da incongruência, na base do gracejo e do humor está quase sempre um artifício mental, um paradoxo ou um deslocamento: há graça quando coisas díspares são combinadas. Um exemplo simples: “O senhor pode me dizer que horas são?”. Resposta curta: “Posso”. Uma réplica não muito original, mas que surpreende pela ambiguidade.
Assim como nesse caso, muitas vezes a graça surge quando as expectativas sobre o que outros pensam, querem ou fazem não se concretizam. Por falta de capacidade empática, autistas, por exempIo, quase nunca reconhecem o humor desse tipo de histórias. No entanto, é necessário mais um ingrediente para que algo seja divertido. Afinal, nem todo enngano ou enigma causa risos. O que falta é a resolução surpreendente da irregularidade, que faz com que tudo seja visto por outro viés. Para tanto, é necessário uma mudança mental de perspectiva – e dentro de poucos segundos. Mais tarde, a troca pode até parecer espirituosa, mas não mais engraçada. Por isso um texto cômico ouvido pela primeira vez tem maior impacto.
O fundador do HumorCare, uma instituição de apoio ao humor terapêutico Micahel Titze, considera que essa “visão diferente” decisiva, ajuda a criar um distanciamento cognitivo de si mesmo e da situação. Voltar-se para o lado cômico quebra padrões fixos, relativiza a própria visão e elimina o caráter ameaçador de várias situações. Em resumo: aquilo de que rimos não nos causa nó no estômago.
Sigmund Freud escreveu em um ensaio de 1928: “Sem dúvida a essência do humor consiste em que alguém se livre dos efeitos que a situação teria provocado normalmente, considerando por meio de um chiste a possibilidade de semelhante desenlace emocional”. O criador da psicanálise via o humor como válvula de escape da psique, um recurso que, de certa forma, se aproximava do delírio. Ele demonstra sua tese recorrendo ao exemplo de um condenado à morte que é levado para o cadafalso em uma segunda-feira e, a caminho, comenta: ”Esta semana está começando bem!”. Para Freud, quem consegue fazer piadas sobre a própria sorte está acima de seu destino.
Ginástica do diafragma
Certamente, nem todo gracejo nos garante consolo pelas mazelas do mundo. Da mesma forma, a incongruência e sua resolução surpreendente também não é, necessariamente, parte de algo cômico. A diversão pelo absurdo surge sem reavaliações mentais: se alguém escorrega em uma casca de banana ou age de forma atrapalhada, isso nos leva a rir porque extrapola os limites do habitual ou do socialmente aceitável. Esse tipo de nonsense diverte principalmente as crianças – que, aliás, riem muito mais do que adultos: até 400 vezes por dia!
Na chamada yoga do riso não existe nenhum motivo para a alegria. A “ginástica do diafragma”, que se tornou popular em alguns países nos últimos anos, inclui risadas por comando, sem que exista algo engraçado acontecenndo – com exceção, talvez, da própria situação em que um grupo de pessoas cai de repente em uma gargalhada coletiva. Depois que a avalanche começa, o riso produz efeito contagiante, semelhante ao do bocejo. Por iniciativa do criador dessa técnica, o médico indiano Madan Kataria desde 11 de janeiro de 1998 é comemorado em Mumbai (antiga bombaim) o “Dia do riso”. O costume espalhou-se por outros países, onde, em datas variadas, uma vez por ano ocorrem festas e eventos similares dedicados ao incentivo da alegria.
Vários participantes desses cursos relatam que, relaxados, experimentam mais facilmente sentimentos de bem-estar. Especialistas se perguntam se “fingir rir” pode ser suficiente para ativar o escudo protetor do humor. Segundo uma teoria clássica da emoção, nossos sentimentos têm raiz nas reações físicas: o psicólogo americano William James (1842-1910) e o fisiólogo dinamarquês Carl Lange (1834-1900) argumentavam, no final do século XIX, que o ser humano não chora porque está triste, mas fica triste quando as lágrimas chegam. Segundo eles, primeiramente surge a comoção fisiológica – os músculos se retesam, o pulso acelera-se, glândulas sudoríparas e os canais lacrimais abrem suas comportas – e então surge, como consequência, o sentimento correspondente.
Mais tarde, psicólogos relativizaram essa visão, pois as pessoas podem interpretar uma palpitação desencadeada artificialmente algumas vezes como aleegria, outras como irritação. O caminho do corpo para a mente não é uma rua de mão única. Porém, os músculos e a mímica têm realmente o poder de influenciar estados de espírito. O psicóólogo social Fritz Strack, da Universidade de Würzburg, comprovou isso em um experimento simples: colocou um lápis na boca de seus voluntários e pediu-Ihes que o prendessem com os dentes ou com os lábios. No primeiro caso, a pessoa elevava os cantos da boca involuntariamente, num sorriso; no segundo, fazia uma cara de poucos amigos.
Essa pequena manipulação fez com que os sujeitos sorridentes achassem as histórias em quadrinhos que foram apreesentadas em seguida bem mais cômicas do que aqueles cujos cantos da boca tendiam para baixo. Se a simples contração dos músculos faciais já leva a emoções correspondentes, é sinal de que podemos sentir-nos bastante felizes quando o corpo todo estremece de tanto rir.
Lubrificante social
Ainda assim, a estudiosa do humor da Universidade de Tübingen, Barbara Wild, é cética sobre o efeito do riso forçado e de suas propriedades de nos tomar mais equilibrados. Segundo ela, rir serve, principalmente, para criar um sentimento de grupo. Quando se fazem gracejos coletivos, medos e inibições diminuem, os participantes sentem-se próximos uns dos outros e mais aptos a lidar com as situações incômodas. Ou seja, a gargalhada funciona como lubrificante social.
Segundo antropólogos, do ponto de vista evolucionário, o riso tem a função de ajudar a controlar sentimentos negativos e reduzir conflitos, aplacando stress e tensões. Assim, quase sempre é mais vantajoso se refugiar na ironia do que pular no pescoço do vizinho ou do colega irritante. Barbara Wild, junto com Appletree Rodden e lrina Falkenberg, que hoje trabalha no Hospital da Universidade de Aachen, Alemanha, tentou descobrir se – e como – pessoas que sofrem de psicopatologias podem tirar proveito dos aspectos cognitivos, emocionais e sociais do humor. Para tanto, os pesquisadores concentraram-se em pacientes com depressão e integraram ao tratamento um programa de oito passos baseado em um treinamento para o humor para pessoas saudáveis, desenvolvido pelo médico americano Paul McGhee.
Inicialmente, a proposta é sensibilizar os pacientes para o aspecto cômico de uma conversa e acostumá-Ias a ver graça em situações cotidianas. É importante que se habituam a recordar acontecimentos curiosos ocorridos há pouco tempo e façam uma espécie de “arquivo mental”. Na etapa seguinte, as pessoas devem se empenhar em prestar mais atenção a aspectos cômicos em geral, reunir cartuns, imagens ou versos humorísticos ou até criar gracejos. Durante as reuniões do grupo é importante que o riso não se transforme em zombaria. Ou seja, os participantes não devem ser objeto de gracejo uns dos outros. Segundo McGhee, o trabalho deve ser cuidadoso, pois levar uma pessoa com depressão a fazer piadas sobre sua situação, como se isso não fosse importante, pode intensificar os sintomas.
Como sabemos, vários gracejos que fazemos em nosso dia a dia ocorrem à custa de outros-como loiras, argentinos, homossexuais ou caipiras, por exemplo. A piada surge muitas vezes como um “ataque verbal” ao qual não cabe punição. Assim, o humor “negativo”, que recorre a gracejos autodepreciativos ou agressivos dificilmente pode ter alguma propriedade terapêutica. Na opinião de Wild e Falkenberg, o humor não cura nenhum distúrbio psíquico, mas fornece a pessoas depressivas um recurso importante, principalmente no combate aos pensamentos negativos.
O psiquiatra Marc Walter, da Universidade de Basileia, na Suíça, relata que, em um estudo com 20 pacientes depressivos, todos com mais de 60 anos, que realizaram treinamento de humor, houve melhora significativa da satisfação geral, em comparação com os resultados obtidos no grupo de controle que seguiu a terapia-padrão. Walter vê nas “reuniões humorísticas” uma utilidade imediata: “Os pacientes abrem-se mais facilmente, tomam-se mais animados com o contato e aderem mais facilmente ao tratamento”. Segundo ele, porém, o humor e o riso por si sós não levam a um alívio – para obter esse resultado, é indispensável a combinação entre psicoterapia e medicação.
Em seus estudos com pessoas depressivas, a pesquisadora Jennifer Ueckermann, da Universidade do Ruhr, em Bochum, na Alemanha, encontrou um obstáculo inesperado: problemas com a percepção do humor. Alguns pacientes (principalmente aqueles mais afetados pela psicopatologia) sofriam não só de depressão, mas também apresentavam habilidade empática e memória de trabalho reduzidas. Considerando que a capacidade de memorizar o início de uma piada até o seu clímax e de considerar a “real” intenção de uma pessoa é muitas vezes essencial para a compreensão do cômico, Ueckermann acredita que as dificuldades mnêmicas e afetivas, bem como a impossibilidade de achar graça nas pequenas coisas da vida, estão vinculadas. Segundo ela, antes que se possa treinar o humor, esses aspectos correlacionados precisam ser tratados, por exemplo, com a ajuda de treinamentos cognitivos.
Muitas vezes, pacientes com essquizofrenia também apresentam peeculiaridades na forma como lidam com a alegria e as variações de humor. Psicóticos logo atribuem a afirmações jocosas um significado exagerado, muito literal, ou as associam a si próprios. Além disso, esquizofrênicos dificilmente se deixam contagiar pelo riso de seus semelhantes, o que dificulta os encontros em grupo. lrina Falkenberg propôs um experimento: colocou tanto pessoas com diagnóstico de transtorrno psíquico quanto saudáveis diante de um computador no qual às vezes aparecia um rosto feliz e, outras vezes, uma face triste. Depois que o rosto desaparecia, duas setas indicavam a direção para a qual o candidato testado devia mover os cantos da própria boca. Se apontassem para cima, ele devia elevá-los (ou seja, sorrir), se surgissem flechas voltadas para baixo, o participante devia fazer uma expressão triste. As pessoas saudáveis conseguiram fazer a mímica alegre mais fácil e rapidamente quando o rosto correspondente aparecia sorrindo. O mesmo valeu para a expressão triste. Os esquizofrênicos, porém, mostraram tendência a elevar os cantos da boca, independentemente dos rostos que Ihes eram apresentados.
Isso não comprova, entretanto, uma postura “positiva” por parte desses pacientes. Na verdade, a tendência ao sorriso indica, isso sim, insegurança: eles recorriam quase que automaticamente em um “modo sorriso” para atenuar situações potencialmente ameaçadoras. E muitas coisas parecem perigosas para os esquizofrênicos. Além disso, eles apresentam maior dificuldade que as outras pessoas em interpretar corretamente a mímica facial alheia.
Para conhecer mais
  • Humor comprehension and appreciation: an MRI study. A. Bartolo et al., em: Journal of Cognitive Neuroscience 18, 2006, nº. págs 1789-1798.
  • A força curadora da mente. Norman Cousins. Saraiva, 1993.
  • O poder do riso. Ulrich Kraft. Especial Mente e Cérebro nº 9, págs. 60-67.
Fonte: Methodus





terça-feira, 10 de maio de 2016

Alimentos termogênicos ajudam na perda de peso




Você faz uma dieta saudável, prática atividades físicas e parece que o ponteiro da balança não se move? Pois saiba que alguns alimentos têm a capacidade de acelerar o metabolismo, aumentando a temperatura do corpo.
Os alimentos responsáveis por essa função são chamados termogênicos, que é uma palavra derivada do grego que significa “produzir calor”. O efeito termogênico no corpo se deve ao nível de dificuldade que o organismo tem para digerir o alimento, precisando de uma quantidade maior de energia para realizar essa digestão, favorecendo, assim, o emagrecimento.
Os termogênicos dão um ritmo acelerado ao metabolismo, o que é importante para o emagrecimento, uma vez que eles trabalham na oxidação das gorduras por meio do aumento da temperatura corporal. De acordo com o nutrólogo Roberto Navarro, da Associação Brasileira de Nutrologia , a ingestão isolada desses alimentos não leva à perda de peso significativa. “Se o indivíduo continuar ingerindo mais calorias do que consegue queimar, o ponteiro da balança até irá aumentar”, explica. Por isso, é fundamental incluir o termogênicos no dia a dia somados a uma dieta balanceada e à prática regular de exercícios.
Quando associados à prática de atividades físicas, consumidos de 30 a 40 minutos antes do treino, os resultados são ainda melhores, fornecendo energia para todo o exercício e contribuindo ainda mais na performance, evitando também a fadiga.
Os principais alimentos termogênicos:
  • Chá verde: atualmente, ele é considerado umas das bebidas estimulantes mais consumidas no mundo. Sendo bem conhecido nas dietas de emagrecimento, o chá verde acelera o metabolismo devido à combinação dos polifenóis com a cafeína, presentes naturalmente na Camellia sinensis, planta que dá origem à bebida
  • Ômega 3: o óleo de peixe fornece dois ácidos graxos fundamentais para o corpo, o DHA (ácido docosahexanóico) e o EPA (ácido eicosapentanóico), que atuam no metabolismo basal. Com ação anti-inflamatória comprovada, o ômega 3 previne também as doenças cardiovasculares, melhora a memória e promove uma série de benefícios. As principais fontes desse nutriente são salmão, sardinha, atum e peixes de águas geladas
  • Gengibre: é rico em substâncias termogênicas como o gingerol, que atua no aumento do gasto calórico e também na resposta anti-inflamatória do corpo. Pode ser utilizado ralado como um tempero ou na forma de chás, sucos e caldos
  • Guaraná em pó: acelera o metabolismo devido às suas propriedades estimulantes, fazendo com que o corpo gaste mais energia, além de contribuir para a perda de peso. Ajuda a combater o cansaço físico e mental. Pode ser consumido com sucos, iogurte natural, vitaminas e na salada de frutas
  • Pimenta: ela estimula a termogênese e pode aumentar o metabolismo em até 20%, segundo pesquisas. Também melhora a circulação sanguínea. Pode ser consumida como molho, em pratos quentes ou saladas
  • Café: fonte natural da cafeína, que se encontra também no cacau e em muitos chás, acelera o metabolismo, reduzindo a sensação de fadiga e também inibe o sono, promovendo um estado de atenção. Hoje, várias bebidas termogênicas são enriquecidas com a cafeína e é possível encontrar cápsulas com esse nutriente
Fonte: Encontro Uai

eia também:

segunda-feira, 9 de maio de 2016

Água com gás aumenta barriga? 5 efeitos da bebida no corpo




Dentes

O dióxido de carbono, o gás usado para criar as bolhas na água, também cria ácido carbônico quando dissolvido em água, que é o que dá à bebida o sabor refrescante levemente ácido. “Embora a acidez de algumas águas gaseificadas possa ser equilibrada pelo seu conteúdo mineral natural, o pH da maioria pode ser baixo o suficiente para amolecer o esmalte do dente e deixá-lo vulnerável a danos, especialmente se você saboreá-las com frequência ao longo do dia”, disse a higienista dental Elaine Tilling, chefe da clínica de educação para especialista em higiene oral TePe.
Se você tem o costume de adicionar fatias de frutas ácidas, como limão e lima, a situação só piora. “A erosão gradual do esmalte protetor dos dentes por alimentos e bebidas ácidas pode eventualmente deixar a dentina (que fica abaixo do esmalte) exposta, resultando em dor e sensibilidade”, comentou Elaine.
“Para reduzir a potencial erosão ácida da água com gás, sugiro que as pessoas a bebam só na hora das refeições. Beber regularmente ao longo do dia não dá à saliva uma chance para neutralizar o ácido”, afirmou Elaine. Portanto, nada de apostar em água gaseificada ao longo da noite. Outras dicas são ingeri-la por meio de um canudo, minimizando o contato com os dentes, e escovar os dentes apenas 40 minutos depois, para permitir que a saliva faça com que o esmalte endureça novamente.

Sal

Algumas águas com gás podem conter quantidades significativas de sal (geralmente rotulado como sódio). Muito sal na dieta está ligado ao aumento da pressão arterial, o que pode contribuir para doenças cardíacas. “O sódio é encontrado em muitos alimentos e bebidas, e pequenas quantidades podem resultar em até uma quantidade significativa ao longo de um dia”, explicou a nutricionista Katherine Jenner.
O sal também deixa as pessoas mais sedentas. Assim, se consome água que tem um conteúdo significativo de sal, vai ficar com mais sede do que se bebesse a natural, bebendo mais dela e aumentando a ingestão de sal. Para manter o consumo de sal sob controle, vale a pena comparar rótulos de água com gás e escolher aquela com o menor teor de sódio ou simplesmente apostar nos benefícios da água natural.

Bolhas

A carbonatação pode criar gás extra em seu sistema digestivo, o que pode agravar arrotos, inchaço abdominal e flatulência, como informou o gastroenterologista Simon Anderson, do Hospital London Bridge, Inglaterra. “Isso pode ser particularmente desconfortável, até mesmo doloroso, para pessoas que sofrem de síndrome do intestino irritável, cujos sintomas incluem inchaço, dor abdominal, constipação e diarreia”, completou.
Embora os efeitos gasosos de beber água com gás são sempre temporários, provavelmente seja melhor ficar longe dela se quer uma barriga lisa ou sofre de síndrome do intestino irritável.

Refluxo

O refluxo gastroesofágico acontece quando o anel de músculo entre o estômago e o esôfago, conhecido como o esfíncter esofágico, permite que o conteúdo ácido do estômago vá para o esôfago, criando uma sensação dolorosa no peito e estômago. “Beber água gaseificada ou qualquer bebida com gás pode criar uma pressão extra no estômago, aumentando as chances de que ele regurgite seu conteúdo para cima se você tem uma predisposição para esse problema”, explicou o gastroenterologista Anderson. Então, se você é propenso a refluxo, é melhor apostar na água natural.

Açúcar

Algumas águas gaseificadas aromatizadas contêm quase tanto açúcar quanto um refrigerante do tipo cola. Um estudo de 2012 realizado na Universidade de Bangor, no País de Gales, mostrou que beber apenas dois copos de bebidas gasosas com açúcar por dia influencia na percepção de sabores doces das pessoas e as deixa com mais vontade de consumir açúcar. “O efeito ácido criado pelo dióxido de carbono na água aumenta as nossas respostas a outros sabores, como o açúcar. Embora o próprio açúcar possa criar o desejo, a acidez da bebida aumenta a nossa percepção do sabor”, explicou o cientista Hans-Peter Kubis.
Parece também que a bebida muda a forma como os músculos usam o alimento como combustível, treinando-os a “escolher” queimar açúcares antes de gorduras, o que pode reduzir a capacidade de queimar gorduras em longo prazo.
Fonte: Terra

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domingo, 8 de maio de 2016

Quatro atividades diárias que vão dar aquela força a seu cérebro


Já se sentiu alguma vez “emperrado”, sem conseguir dar conta das coisas ou seguir em frente? É possível que com algumas mudanças na sua rotina você seja capaz de retomar o fluxo de atividades e ainda aumentar as funções de seu cérebro. O conselho é de Robert Susa, CEO da InventHelp, empresa que auxilia inventores a registrar patentes de novos produtos e vender suas invenções em artigo da Inc. “Quer você esteja pensando em como dar mais apelo a seu protótipo ou qual o próximo passo no seu plano de negócios, isso envolve uma grande quantidade de funções mentais e criatividade”, diz.
Segundo Susa, é possível ampliar de maneira significativa sua criatividade e melhorar sua capacidade mental com pequenas mudanças na vida diária, conforme ele enumerou à Inc.
1. Faça uma caminhada
“Exercício regular ajuda a melhorar o pensamento e à fixação na memória”, diz Susa. “Caminhar, fazer uma aula de exercícios do tipo cardio ou uma corrida de longa distância dão ao cérebro um ‘descanso’ em relação a assuntos de trabalho. É aí que ele tem uma chance de ser criativo, que poderia ajudar você a encontrar a solução para um problema”.
Vários tipos de exercício podem oferecer esse benefício, mas caminhar ao menos cinco quilômetros, andar de bicicleta ou correr podem ser especialmente efetivos. “Caminhar no mesmo ritmo coloca o seu cérebro em um estado neuroplástico, o que significa que ele pode construir conexões entre células mais facilmente”, diz Susa. “Quando se caminha por lugares nos quais nunca se esteve antes, você precisa explorar visualmente e mentalmente onde ir e para que lado se dirigir. Cada lugar traz ideias diferentes para seu cérebro e conecta significados variados”.
2. Adote um hobby
“O cérebro precise de novidade e exercícios desafiadores para manter suas funções sempre jovens”, explica Susa. Isso quer dizer que aprender um idioma, novos passos de dança ou como tocar um instrumento são perfeitos para o cérebro. “Deixe que suas habilidades artísticas tomem conta de sua mente por algumas horas durante a semana”.
Aprender algo novo requer uma forma complexa de pensamento e utiliza o nucleus basalis, a parte do cérebro responsável por concentração e consolidação de conexões neurais, diz Susa. Uma hora por dia pode ser suficiente para dar mais força a seu cérebro se você se concentrar no aprendizado durante esse período.
3. Coma alimentos que fazem bem ao cérebro
“Da mesma forma que seu corpo, seu cérebro precise de alimentos ricos em nutrientes e saudáveis para aumentar sua produtividade”, esclarece o especialista. Os nutrientes mais indicados para reforçar a atividade mental são ácidos graxos Omega-3 e flavonoides. “Omega-3 aumenta a concentração mental e combate a perda de memória”, diz Susa.
Você encontra ácidos graxos Omega-3 em amêndoas, ovos, nozes pecan, folhas verdes, peixes como salmão, truta e arenque, e óleos como óleo de linhaça e chia. E quanto aos flavonoides, você vai encontrar no café, folhas verdes, frutas vermelhas e chocolate amargo. “São comidas que podem ajudar a otimizar o cérebro e o processo de criação”, diz Susa. Ele acrescenta que esses alimentos vão ajudar nas conexões e interações com outras pessoas, assim como nos pensamentos que ocorrem muitas vezes mais tarde à noite e que podem se mostrar bem úteis algum tempo depois. “E quem é que não gosta de acrescentar um pouco de chocolate a sua dieta?”
4. Encontre tempo para “esvaziar” sua mente
A partir de técnicas de relaxamento exercitadas ao longo do dia, você pode dar “um tempo” ao seu cérebro, diz Susa. Meditação, ainda que por alguns minutos ao dia, é especialmente benéfica. “Ao meditar, a sua mente pode se concentrar em relaxar e deixar de lado todas as preocupações”, afirma. “Sua mente tem que criar ideias, expressar pensamentos e lidar com preocupações todos os dias, e às vezes você precisa esvaziar sua cabeça de tantas ansiedades”.
Se você anda com dificuldade para se concentrar ou não consegue avançar em um projeto, reserve algum tempo para meditar, sugere Susa. Ou fazer yoga, que pode ajudar a limpar sua mente e se livrar do estresse – o que certamente irá beneficiar seu corpo também.
Acrescente uma dessas atividade – ou todas elas – a sua rotina e possivelmente você sentirá sua criatividade ganhar força. “Permitir ao cérebro a mudança do seu estado de sobrecarga de trabalho para um fluxo livre de pensamento pode ser exatamente o que você precisa para ter uma grande ideia”.
Fonte: Época Online

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sábado, 7 de maio de 2016

Como tornar a atividade física um estilo de vida?


Os benefícios das atividades físicas: ganho de força e flexibilidade, aumento da energia e redução do estresse e da tensão!

Se você não é fisicamente ativo, recomendamos começar a desenvolver este hábito, pois a atividade física reduz o risco de doenças cardíacas e acidente vascular cerebral e ainda ajuda a reduzir ou controlar outros fatores de risco, tais como pressão alta, colesterol alto, obesidade e diabetes.
Mas os benefícios das atividades físicas não param por aí, você pode olhar e senti-los, como o ganho de força e flexibilidade, aumento da energia e redução do estresse e da tensão.
Como faço para começar?
  • Consulte seu médico sobre um plano de exercício adequado para você, se ficou inativo por um longo tempo ou têm problemas médicos ou se for idoso e está planejando um programa de exercício relativamente vigoroso.
  • Escolha as atividades que você goste.
  • Use roupas e sapatos confortáveis.
  • Comece devagar, não exagere!
  • Hidratar é essencial, beba água antes, durante e depois de cada sessão de treino.
  • Peça a um amigo para começar o programa com você, assim um incentiva o outro.
  • Se você perder um dia, comece o outro como está acostumado. Não duplique a tempo de exercício durante a próxima sessão.
O que me fará continuar?
  • Leve sua família para praticar a atividade física com você. É ideal para ter um apoio e também será um importante hábito de saúde para todos.
  • Junte-se a um grupo de exercício.
  • Escolha uma atividade que você goste e tenha um plano B para dias de mau tempo (por exemplo, quando chover, passeie pelo shopping, em vez do parque).
  • Faça atividades diferentes: um dia de caminhada, outro de natação, sair para passeios de bicicleta nos fins de semana!
  • Faça uma rotina de atividade física, de modo que se torne um hábito.
  • Se você parar de praticar por um tempo, não se desespere, comece de novo lentamente para recuperar o ritmo.
O que mais devo saber?
  • Não se compare com os outros. Seu objetivo deve ser a saúde e aptidão pessoal.
  • Pense se você gostaria de treinar sozinho ou com outras pessoas, em ambientes fechados ou ao ar livre, que hora do dia é melhor e qual o tipo de exercício que você gosta de fazer.
  • Não se esforce demais. Note que se você leva mais de 10 minutos para se recuperar de exercício, significa que está treinando muito duro.
Dicas extras
Bem, os benefícios dos exercícios físicos são muitos, seja para emagrecer, manter a forma e cuidar da saúde em geral, além de ser muito prazeroso e divertido. Mas você deve tomar algumas precauções para praticar exercícios sem colocar seu corpo em risco. Uma delas é saber se hidratar corretamente, principalmente nas épocas mais quentes do ano, e também se proteger do sol.
Outro cuidado é escolher um tênis adequado, especialmente se for praticar atividades físicas de alto impacto e seguir uma alimentação saudável.

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domingo, 1 de maio de 2016

Top 5 alimentos que dão energia e potencializam o exercício


Um jejum prolongado antes dos treinos faz o organismo armazenar gordura em vez de gastá-la, daí a importância de uma dieta saudável.


Você conhece a importância da alimentação em seu treino? Ao contrário do que muitos acreditam, somente exercícios físicos não são suficientes para que seu corpo perca peso e ganhe massa muscular magra.

A alimentação para o nosso organismo pode ser comparada ao combustível para um automóvel! Por isso, não devemos nos preocupar somente com as atividades físicas e sua intensidade, mas também com o que ingerimos antes dos treinos – em especial com os alimentos que dão energia e auxiliam durante o exercício.

Por que devemos aliar a alimentação ao exercício físico?

 

O controle do peso corporal acontece devido ao déficit calórico, ou seja, quando gastamos mais calorias que do que ingerimos. Porém, isso pode ser um problema para o nosso organismo se for feito da maneira incorreta.

É necessário ter conhecimento sobre os tipos de alimentos que devemos restringir e aqueles que devemos consumir diariamente – como os carboidratos e proteínas, que em deficiência no organismo promovem a perda de massa muscular e comprometem o rendimento durante os exercícios físicos.

Daí a importância de uma dieta saudável antes, durante e depois das atividades! Um jejum prolongado antes dos treinos faz com que o sistema nervoso alerte para a falta de energia e o organismo passe a trabalhar com economia, armazenando a gordura em vez de gastá-la.

Quais são os alimentos que dão energia?

 

Os principais alimentos necessários para o pré-treino são aqueles que são fontes de carboidrato e têm baixo índice glicêmico. Além disso, é preciso que eles sejam ingeridos entre 30 e 60 minutos antes da atividade física, para que o organismo tenha energia suficiente durante todo o exercício. Conheça alguns desses alimentos!

Cereais

Os cereais, como a chia e a linhaça, fornecem fibras que dão ao organismo a sensação de saciedade, além de melhorarem a digestão. São também ricos em carboidratos – combustível necessário para que os músculos trabalhem durante o treino.

Banana

Este alimento é uma refeição completa para o seu pré-treino: 115 gramas dessa fruta contêm nutrientes para um terço das suas necessidades diárias! Além disso, possui potássio e no nosso organismo sacia a vontade de comer doces, não elevando o índice de glicemia.

Aveia

É um alimento rico em carboidratos e vitaminas do complexo B – elas participam do processo de produção de energia no nosso organismo. A aveia é indicada em especial para pessoas que possuem dificuldades em se alimentar antes dos treinos, pois fornece uma grande quantidade de carboidratos em pequenas porções – duas colheres de sopa de aveia equivalem a um pão francês!

Ovo

O ovo contém colina, ferro e vitamina B12, sendo indicado para qualquer tipo de treino. É um alimento completo, pois a clara contém proteínas e a gema gorduras que fornecem energia para a atividade física, além de amenizar alguns tipos de anemia.

Pão

É um alimento considerado por muitos um vilão, mas não é bem assim. O pão é rico em carboidratos e possui rápida digestão no organismo, não acumulando gordura no sangue. Além disso, é versátil e pode ser consumido de diversas maneiras. Mas cuidado! Pães recheados e com muitas fibras devem ser evitados, pois possuem outras substâncias que atrapalham o seu treino.


Viu só? Uma alimentação balanceada pode sim ser o sucesso para o seu treino. Por isso, não deixe de optar sempre pelos alimentos que dão energia antes de praticar atividades físicas!

Fonte: Made in natural



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