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sexta-feira, 5 de fevereiro de 2016

Profissionais orientam como sair do sedentarismo sem por a saúde em risco



Iniciar atividades físicas não é apenas vestir uma roupa leve, um tênis e seguir as instruções dadas na academia. A conclusão é do médico do Hospital Geral do Estado (HGE), John Herbet de Castro Dias, que sentiu na pele, melhor, nos ossos e músculos, as consequências de não descobrir seus limites físicos e teve que parar com os exercícios por no mínimo sete meses. 

Por não ter iniciado com as atividades físicas recentemente, o médico acreditou que poderia intensificar os exercícios para buscar melhores resultados em corridas de ruas, febre esportiva em Alagoas. “Eu entrei em um grupo de corrida e pedi para intensificar meu treinamento. Foi quando sofri uma fratura no côndilo medial direito [ligamentos do joelho], que me obrigou a não fazer mais esforço físico por sete meses”, recorda John Herbert.

Entretanto, esse não foi o único trauma vivido pelo esportista. “Também acabei sofrendo uma epicondilite, devido à sobrecarga repetitiva dos músculos flexores do antebraço. Daí eu tive que ficar três meses sem poder segurar qualquer peso e tive que buscar tratamento com o fisioterapeuta”, lamenta. 
Segundo o fisioterapeuta da Unidade de Dor Torácica do HGE, Giseldo Lins, a avaliação cinético-funcional é de fundamental importância para que se possa traçar objetivos dentro de cada caso clínico. “A elaboração de um programa de exercícios específicos, conforme cada patologia e suas limitações, é essencial para que se possa evitar lesões e traumas. Praticar exercícios físicos traz diversos benefícios a saúde, porém é preciso descobrir suas restrições funcionais”, ressalta. 

E sanar as carências nutricionais também. A nutricionista esportiva Aline Ribeiro, também plantonista no HGE, explicou que a nutrição pode otimizar o desempenho, reeducar a alimentação, reduzir a fadiga e permitir a intensificação do treino. “Nós elaboramos estratégias, cardápios e até planejar a hidratação e reidratação. As deficiências nutricionais podem reduzir a habilidade para realizar exercícios físicos”, alerta. 

Todavia, antes mesmo de procurar um educador físico e um nutricionista, a cardiologista Ana Nery Rodrigues apela que o aprendiz de atleta procure descobrir seus fatores de risco e o estado de sua musculatura e ossos. “É preciso ser feito um eletrocardiograma, um teste ergométrico, um ecocardiograma. Realizar exame físico, medir pressão arterial, ritmo cardíaco, avaliar as válvulas do coração. Essas informações são extremamente importantes para a montagem do programa que será feito pelo personal trainer”.

E não adianta estar bem nutrido, com o coração saudável, mas com falhas no aparelho locomotor. “É necessária uma avaliação completa. Os músculos recobrem os ossos e articulações se estiverem fortes irão contribuir para a estabilidade. Se estiverem encurtados podem limitar o movimento e se estiverem fracos podem sobrecarregar o trabalho dos ligamentos e articulações. Portanto, é importante que o movimento aconteça dentro da amplitude considerada normal. Em longo prazo, a sobrecarga imposta às articulações pode levar à microtraumas, ruptura de ligamentos e destruição da cartilagem articular”, explica o ortopedista Rogério Barbosa. 

“Bom, eu já aprendi. Infelizmente só após todo o sofrimento que vivi, eu procurei todos esses profissionais. Agora eu corro 4 km duas ou três vezes na semana, porque também aprendi que não tenho preparo para correr assim todos os dias. Hoje estou me preparando para voltar ao circuito de corridas, com uma musculatura, estrutura óssea e nutricional muito mais preparada. Que venham as medalhas”, disse corredor.



 Fonte: Alagoas Tempo Real

domingo, 15 de novembro de 2015

Faço dieta mas não consigo emagrecer, Veja 14 razões que podem explicar!



Cuido da alimentação e me exercito, mas ainda assim não consigo perder peso. Por que não consigo emagrecer?

Tentativas falhas de perder peso podem ser extremamente frustrantes e criar um estresse na vida da pessoa. O problema é que esse estresse cria um ciclo vicioso em que acabamos dando muita importância ao fracasso. Uma mudança de atitude – por exemplo, não se cobrar tanto e praticar o pensamento positivo – pode ajudar nosso corpo a começar a trabalhar em nosso favor, e finalmente se livrar daqueles quilinhos extras. É claro que não é tão simples quanto “ter pensamento positivo”, mas esse é o primeiro passo para estar mais no controle de seu próprio peso corporal. Não deixar a balança determinar sua felicidade lhe dará um bem-estar psicológico, e hábitos alimentares saudáveis (e um peso saudável) seguirão facilmente. 

Enquanto isso, certifique-se de nenhum desses 14 motivos estão lhe atrapalhando na sua busca por um peso ideal.

1. Seus hormônios não estão equilibrados

Cansaço, TPM, ciclos menstruais irregulares, dificuldade para perder peso, depressão, ansiedade são todos sintomas possíveis de um desequilíbrio hormonal. Melhor ir a um nutricionista ou médico, para fazer testes que vão confirmar se esse é seu problema, a fim de tomar as medidas necessárias.

2. Você não está recebendo vitamina D suficiente

Muitas pessoas possuem baixos níveis de vitamina D, o que está associado com o ganho de peso e vários outros processos metabólicos. Se você passa muito tempo em ambientes fechados e nunca toma sol, pode obter suplemento de vitamina D com seu médico.

3. Você está se exercitando, mas não de uma forma que beneficia o seu corpo

Você pode estar se exercitando demais, ou precisa misturar um pouco e dar ao corpo “um choque” (já que ele pode se acostumar com uma rotina de exercícios, fazendo com que ela perca um pouco de sua força). Não exagere, e desfrute de uma variedade de técnicas de treino, como musculação, Pilates, yoga, aeróbica, etc. Treinos rápidos e intensos podem ser bons.

4. Sua digestão e absorção não são ideais

Você não é o que você come, você é o que você digere e absorve. Nossa saúde intestinal irá determinar o nosso bem-estar geral. As bactérias que se encontram em nosso intestino ajudam a combater doenças, a processar nossa comida, a fazer nutrientes e a produzir hormônios, entre outras coisas.

5. Você passa muito tempo sentado

Seu organismo gosta quando você move seu corpo ao longo do dia. Mesmo que seu trabalho exija que você fique colado a uma mesa, faça o possível para andar por alguns minutos de hora em hora, ou caminhar 20 minutos para almoçar, etc.

6. Você está comendo demais

Mesmo comidas saudáveis precisam ser ingeridas com moderação. O corpo não pode lidar com uma grande quantidade de alimentos de uma só vez. É vital colocar boas porções em seu prato, e comer 5 a 6 pequenas refeições por dia. Também é essencial saber parar de comer quanto estiver satisfeito.

7. Você não mastiga seu alimento

Mastigar a comida até que esteja praticamente líquida pode realmente ajudar na perda de peso e melhorar seu desempenho digestivo.

8. Você está estressado

O estresse pode ter impacto no peso de diversas maneiras. Estresse de longo prazo leva a altos níveis de cortisol, hormônio ligado ao desequilíbrio de açúcar no sangue e ganho de peso, por exemplo.

9. Você não está dormindo o suficiente

Dormir e descansar ajudam o organismo a desempenhar melhor suas funções.

10. Você só pensa na dieta, não na saúde

Fazer dieta não pode ser um modo de vida. Em vez de conscientes de seu peso, as pessoas deveriam ser conscientes de sua saúde. Essas são mentalidades muito diferentes que favorecem escolhas também muito diferentes.

11. Você nunca cozinha

É impossível sabe o que o restaurante está usando para cozinhar seus alimentos. Se ele usa os piores óleos vegetais, grandes quantidades de manteiga, isso pode atrapalhar a qualidade da sua dieta. A menos que você estiver comendo em um lugar especializado em culinária saudável, é melhor aprender a amar a sua cozinha.

12. Você não está adicionando proteína ao seu prato

A proteína é o macronutriente que dá sensação de saciedade e ajuda a equilibrar o açúcar no sangue. Com isso, também ajuda a controlar o nosso peso.

13. Você está com medo de gorduras boas

O termo “gordura” assusta, mas as boas gorduras são tão importantes quanto os demais nutrientes. Elas ajudam, por exemplo, nosso corpo a reduzir o colesterol ruim e a produzir hormônios. Aliás, muitas pessoas que sofrem de desequilíbrios hormonais costumam ter uma dieta com baixo teor de gordura. Você pode não querer, mas seu corpo precisa de gorduras boas.

14. Seu fígado está lento e precisa de uma “limpeza”

Se você está se sentindo para baixo, cansado e mal-humorado e sua dieta contém álcool, café e açúcar, você precisa dar ao seu corpo uma pausa. Quando o fígado está lento, se esforça para processar substâncias/ toxinas/ hormônios de forma eficiente e isso leva à acumulação tóxica e ganho de peso. Você pode se beneficiar de uma “limpeza” sazonal. Mas, é claro, sempre com acompanhamento médico.

fonte: Hype Science

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