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domingo, 17 de abril de 2016

Mesmo corrida, sua semana combina com alimentação e vida saudável!


A gente sabe que a receita para uma vida saudável está na combinação praticamente infalível de alimentação equilibrada e exercícios físicos. E quando não sobra tempo para pensar no cardápio ou sequer olhar para a porta da academia, o que fazer? Separamos algumas dicas simples de como comer melhor e cultivar hábitos legais para o organismo mesmo na correria da semana. Confira!
  • Comece mastigando bem: parece simples, porque é! A digestão começa pela boca, por meio da mastigação e salivação. Os alimentos seguem mais pastosos até o estômago, facilitando todo o processo de absorção dos nutrientes e saciedade. Você faz um favorzão ao organismo se, na hora de comer, respirar, morder e mastigar com um pouquinho de calma.
  • Prefira alimentos integrais: ricos em nutrientes e fibras na película do grão, eles ajudam as bactérias boas do intestino a trabalharem a favor do sistema imunológico e auxiliam o controle do colesterol. O processo de refinamento que acontece nas opções não integrais reduz muito o valor nutricional e, quando ingeridos, essas comidinhas aumentam demais o nível de açúcar no sangue. Sempre que puder, faça essa inteligente troca.
  • Hortaliças e frutas são boas amigas: ricas em fibras e vitaminas, elas funcionam como antioxidantes, ou seja, são grandes protetoras das células. No almoço e jantar, enfeite o prato com uma boa porção de salada e legumes. Sobremesa e lanches pedem as frutas da estação! E vamos combinar que descascar uma banana ou morder uma maçã é mais fácil do que abrir um pacote de biscoito, né?
  • As embalagens falam: nem sempre dá tempo de preparar um suco natural ou aquela bela salada de frutas. Por isso, leia com atenção as embalagens e aproveite alguns alimentos prontos que encontramos no mercado. Existem sucos de caixinha integrais que não levam açúcar ou conservantes e são ricos em antioxidantes. Algumas marcas de frutas secas também seguem esse caminho. As informações ficam na embalagem, basta escolher com atenção.
  • Coloque o tênis e siga a pé: se você vai à panificadora que fica na quadra de cima ou não mora no 25º andar, que tal aproveitar para fazer uma mini caminhada? Subir escadas ou caminhar, mesmo que só um pouco, é o tipo de substituição que proporciona aquele mágico gostinho de saúde para os músculos, sistema nervoso e cardiovascular.
  • Não esqueça do médico: quem não vai ao médico só quando está doente, tem menos chances de ficar doente mesmo – o que é sinônimo de uma vida mais saudável e tranquila mesmo com toda a correria moderna. Isso porque com os check-ups de rotina é possível conhecer bem o organismo e cuidar dele direitinho. Nosso Seguro Saúde, por exemplo, oferece uma ampla rede referenciada de médicos e hospitais e uma série de vantagens para manter sua saúde e bem-estar em dia.
Fonte: blogdogrupocaixaseguros



quinta-feira, 21 de janeiro de 2016

Treino pró-tanquinho: personal trainer monta série de exercícios para definir o abdome


Para você conquistar a barriga negativa no verão, consultamos um expert que montou uma sequência de quatro semanas intercalando atividades aeróbicas com musculares
Nem só de centenas de abdominais se constrói uma barriga sequinha e definida – isso, aliás, é coisa do passado. Quando a meta é chapar o abdome, comece pelos aeróbicos (corrida, caminhada ou bike) – que a essa altura já fazem parte da sua vida, se você iniciou nosso programa em setembro. Exercícios desse tipo são os melhores para queimar gordura que, quando acumulada, impede que os músculos apareçam.
“Intercale trechos de caminhada e corrida, pois a queima é maior e mantém o metabolismo acelerado mesmo após o fim da atividade”, diz o treinador de corrida Luiz Alberto dos Anjos, o Neném, da assessoria esportiva Runners Club, no Rio. Some a isso um trabalho de fortalecimento do chamado core (que engloba os músculos de abdome, lombar e quadris), com atividades localizadas que exigem força, como treinos funcionais e musculação.
Treinamento funcional e pilates: Ambos trabalham os músculos de forma integrada (e não isolada, como nos abdominais tradicionais) e ainda colaboram para melhorar a postura – o que é importante porque muitas vezes a barriguinha saliente também é culpa das costas curvadas. Os resultados começam a surgir depois de três meses, praticando duas vezes por semana.
Musculação: Por mais que a gente tente, não adianta fugir dela. E a resposta para isso é simples: quanto maior a quantidade de massa muscular no corpo, mais rápido fica o metabolismo e mais calorias são detonadas, mesmo em repouso. Faça, pelo menos, duas vezes por semana para que os efeitos sejam sentidos em dois meses.
Lutas: Outra maneira de malhar essa parte do corpo é praticando lutas, como boxe e muay thai. “É preciso manter o core contraído o tempo todo para ter equilíbrio e conseguir realizar socos, chutes e joelhadas corretamente”, diz o personal trainer Ery Silva, da academia Ery Thai Essence, em São Paulo. Os movimentos refletem diretamente em seu abdome e, em menos de três meses de treino intenso praticado três vezes por semana, é possível notá-lo bem menos saliente.
TREINO PRÓ-TANQUINHO
O treinador Luiz Alberto dos Anjos, o Neném, montou um treino intervalado de caminhada, o mais eficiente para detonar a gordura abdominal. O plano ajuda também a manter os resultados do mês passado, com foco em bumbum e pernas. Nos dias indicados para descanso ou ginástica funcional, faça os exercícios do quadro abaixo. Repita o circuito duas ou três vezes no mesmo dia.
Legenda: C* – caminhada CR* – caminhada rápida.
Semana 1: Segunda: 20 min C*. Terça: descanso ou funcional. Quarta: 25 min (alternando 3 min C* + 2 min CR*). Quinta: descanso ou funcional. Sexta: 8 min C* + 14 min CR* + 8 min C*. Sábado: 25 min C*.
Semana 2: Segunda: 25 min C*. Terça: descanso ou funcional. Quarta: 30 min (alternando 3 min C* + 2 min CR*). Quinta: descanso ou funcional. Sexta: 8 min C* + 20 min CR* + 8 min C*. Sábado: 30 min C*.
Semana 3: Segunda: 30 min C*. Terça: descanso ou funcional. Quarta: 35 min (alternando 4 min C* + 3 min CR*). Quinta: descanso ou funcional. Sexta: 10 min C* + 15 min CR* + 10 min C*. Sábado: 35 min C*.
FUNCIONAL
Prancha frontal: Apoie os cotovelos, os antebraços e os pés no chão. Eleve o quadril até o nível dos ombros e mantenha o corpo parado e alinhado (30 a 45 segundos). Agachamento isométrico: Fique em posição de agachamento, imóvel (30 a 45 segundos). Elevação pélvica isométrica: Deitada, eleve os quadris e fique imóvel ( 30 a 45 segundos). Avanço alternado: Dê um passo largo à frente e desça o corpo, flexionando os joelhos a 90 graus (8 repetições com cada perna, alternadamente). Abdominal tradicional: (20 a 25 repetições).
Fonte: Marie Claire

quarta-feira, 20 de janeiro de 2016

Exercícios aquáticos ajudam a aumentar a força muscular. Aprenda como.


Descubra como ganhar força muscular com exercícios na água  #vidaativaesaudavel

Enquanto você curte o verão, que tal apostar em exercícios que ajudem a ganhar força muscular? Isso é possível até debaixo da água. Conheça maneiras de definir os membros superiores e inferiores, além de dar aquela trincada no abdômen.

Repetições e séries para ganhar força muscular

O treino dentro da água pode ser feito três vezes por semana. É bom deixar um dia de pausa entre cada treino. Para aquecer, caminhe ou corra em volta da piscina, cuidando para não cair. Se preferir, nade. É indicado fazer 3 séries de cada exercício até a fadiga, ou seja, repita até cansar.

Exercícios para ganhar força muscular

Confira quais são os principais exercícios que ajudam a aumentar a força muscular. Eles são indicados para pessoas de qualquer idade.

Exercícios para membros superiores

Este exercício ajuda a conquistar a força muscular nos ombros.Segure um espaguete com as duas mãos esticadas na frente do seu corpo. Cuide para que as mãos fiquem na largura dos ombros. Faça força e leve o espaguete para baixo, encostando-o em suas pernas. Traga o espaguete novamente à altura dos seus ombros. 

Depois, de pé, segure um espaguete com as mãos na largura dos ombros. Faça força e leve-o para um pouco abaixo do peito. A partir desse momento, empurre-o para frente e para trás, como se estivesse fazendo supino.

Um terceiro exercício é segurar o espaguete com cada mão em uma ponta. Cuide para que as pontas e as suas mãos fiquem dentro da água. O arco que vai ser formado pode ficar fora da água. Faça força e comece a fazer movimentos circulares. Mude o movimento e faça para cima e para baixo, para a esquerda e para a direita, girando o tronco.

Exercícios para membros inferiores

Enquanto você está trabalhando os seus membros superiores, comece a estimular a força muscular dos membros inferiores. Se preferir, ou não tiver coordenação para fazer tudo ao mesmo tempo, separe os exercícios em fases. Comece com um exercício para membros superiores e, logo após, faça um para as pernas.

Segure-se na borda da piscina. Fique com o corpo reto. Tensionando os músculos posteriores da perna, faça força, trazendo o calcanhar até os seus glúteos. Esse exercício ajuda a fortalecer o músculo de trás das coxas, deixando as suas pernas definidas.

Outra opção: escore-se na borda da piscina com as costas. Levante as duas pernas ao mesmo tempo, levando-as até a altura do quadril. Se preferir, levante uma perna de cada vez.

Dando voltas na piscina, você também pode fazer movimentos de corrida, mas em slow motion. Assim, você estará forçando os principais músculos dos membros inferiores, garantindo o ganho de força muscular.

Já parado em algum local da piscina, segure o espaguete com as mãos. Faça força com as duas pernas e pule para cima, rapidamente. Faça 50 pulos e pare. Esse exercício, além de melhorar a força muscular das pernas, ajuda a fortalecer o abdômen.

Um último exercício consiste em ficar de frente para a borda da piscina. Comece a correr de lado, dando a volta em toda a borda. Cuide para fazer esse exercício rapidamente. Se quiser, movimente os seus braços constamente.

fonte: Vivo Mais Saudavel


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segunda-feira, 18 de janeiro de 2016

10 maneiras de correr mais rápido e melhorar o corpo



Seu cotidiano de corredor se resume a mais do mesmo: mesmo percurso, mesmo treino, mesmo tipo de prova?
Se você respondeu que sim, não é nenhuma surpresa que a evolução tenha estacionado.
Embora Albert Einstein não tenha sido um corredor, ele supostamente afirmou que insanidade é fazer a mesma coisa repetidas vezes e esperar resultados diferentes.
Por isso, viva novas experiências. O que não significa grandes mudanças: subitamente dobrar a distância do longão, fazer musculação por 1 hora no primeiro treino ou reduzir a ingestão calórica pela metade vai apenas fazer com que você se machuque, sinta dor ou passe fome.
Invista em pequenas atitudes que resultarão em grandes recompensas nos treinos e provas.
1. AUMENTE 10% A 20% A DISTÂNCIA DOS SEUS LONGÕES
Grande recompensa – Resistência
“Como o ganho de condicionamento físico é alcançado através de adaptações fsiológicas proporcionadas pelos estímulos do treinamento, é fundamental que você cresça 10% a 20% do volume não somente dos seus treinos longos como também da sua semana para que seu corpo não se acomode”, afrma Iuri Lage, diretor técnico da assessoria esportiva BH Race, de Belo Horizonte (MG).
Mexa-se!
“Aconselho fazer três semanas de crescimento de volume para uma semana de redução. Assim, se o atleta correu 30 km na primeira semana, na segunda ele pode correr 33 km, na terceira 36 km e na quarta retornaria para 34 km. Tanto o aumento quanto a redução não devem ultrapassar os 20% do volume total da semana anterior”, afirma Iuri.
Ao aumentar gradativamente o volume, ganhamos resistência porque os pulmões e músculos fazem novas adaptações e, ao ensinar o corpo a manter o ritmo dessas corridas por mais tempo, também aumentamos o VO2 máximo.
Segundo Iuri, o aumento do volume em treinos como o tempo run (ritmo) deve ser feito de forma mais criteriosa e em um determinado período de treinamento.
Aumentar 1,5 km na distância em treinos de velocidade signifca correr um risco signifcativo de se lesionar mesmo quando não aumentamos o volume.
2. INVISTA EM PROVAS DE MAIOR DISTÂNCIA
Grande recompensa – Motivação
Correr distâncias maiores faz com que você realmente altere seu estilo de vida e se torne definitivamente um corredor.
“Essa progressão de meta deve ser feita simultaneamente com fortalecimento muscular e perda de peso para atletas que se encontram com alta taxa de gordura. Passar de 5 para 10 km, de 10 km para meia maratona ou de meia para maratona é uma meta que vale a pena”, afirma Iuri.
De acordo com Susan Colarco, técnica na Virgínia (EUA), competir sempre na mesma distância não nos tira de nossa zona de conforto: “Uma competição mais longa traz novos estímulos, metas e conquistas”.
Mexa-se!
“Aos poucos, aumente a quilometragem do seu longão até que ele tenha pelo menos 4 km a mais que a distância da sua prova-alvo de 5 ou 10 km. Quando se trata de meia maratona (21 km), é importante que você alcance pelo menos 18 km em seu maior longão e, na maratona (42 km), pelo menos 33 km em um único treino”, diz Iuri.
Sua nova meta não deverá ultrapassar mais de duas vezes a distância da prova mais longa da qual você participou anteriormente. Ao se increver, irá se sentir motivado.
3. INVISTA NOS TIROS
Grande recompensa – Velocidade
Não é indicado aumentar volume e intensidade simultaneamente sem que antes você tenha uma boa base de volume de treino com duração mínima de seis semanas.
“Após esse período, introduzimos treinos de velocidade e, depois, treinos intensos e com volume”, explica Iuri.
Mexa-se!
Dependendo da disponibilidade do atleta, Iuri indica que sejam feitos treinos de velocidade uma ou duas vezes na semana.
Após ao menos quatro semanas nessa fase, seria possível fazer (no máximo) três semanas com treinos intensos e volumosos.
O treinador indica a seguir três opções de treino de velocidade, com 15 minutos de aquecimento e 10 de desaquecimento em cada um. Os intervalos são de caminhada ou trote lento.
Treino 1: 1 km de corrida forte, com 1 a 3 minutos de intervalo entre os tiros
Treino 2: 6 x 800 m de corrida forte, com 1 a 2 minutos de intervalo
Treino 3: 3 x 600/400/200 m de corrida forte, com intervalo de 1 minuto entre tiros e de 3 entre séries
4. COMPRE UM NOVO ACESSÓRIO
Grande recompensa – Inspiração
Não se pode comprar velocidade, mas adquirir um acessório que torne a corrida mais prazerosa pode motivá-lo a fazer um treino mais consistente e até ajudá-lo na busca pelo recorde pessoal.
Mexa-se!
É hora de ir às compras. Algumas ideias para sua nova aquisição são:
Casaco impermeável – Quando conseguimos nos manter aquecidos e secos, dá até para correr em dias de chuva.
Diário de treino – Registre sua quilometragem diária, percursos, ritmos e outros detalhes para saber o que funciona melhor para você.
Tênis para corrida em trilha – A corrida em trilha é um excelente descanso do impacto do asfalto.
5. CONSUMA UMA PORÇÃO DIÁRIA DE FRUTAS OU VEGETAIS
Grande recompensa – Nutrientes
Além de serem excelente fonte de carboidrato, frutas e vegetais saciam mais que doces e massas, por exemplo, e nos protegem de doenças do trato respiratório alto, de doenças cardíacas e de alguns tipos de câncer.
Mexa-se!
Uma “porção” se refere a um pedaço de fruta, uma xícara de folhas cruas, meia xícara de outros vegetais ou meia xícara de suco puro.
Você pode acrescentar uma porção diária em qualquer momento do dia, mas a melhor opção seria o café da manhã, assim já “tiramos essa tarefa da frente”.
Devido ao alto teor de fibras das frutas e vegetais, evite consumi-los 1 ou 2 horas antes de correr ou dormir.
6. INCLUA A MUSCULAÇÃO NA PLANILHA
Grande recompensa – Prevenção de lesões
“Fortalecer os membros inferiores e os músculos do core permite lidar melhor com o impacto equivalente a três a quatro vezes o peso corporal”, afirma Jasmine Graham, técnica de corrida certifcada pelo RRCA (Road Runners Club of America).
“Um corredor mais forte é menos propenso a lesões, mais eficiente e potencialmente mais rápido.”
Mexa-se!
Não é preciso se apressar em se inscrever em uma academia: os exercícios apresentados a seguir são simples e podem ser feitos em casa. Tente acrescentá-los a sua rotina.
AVANÇO PARA TRÁS
Por quê? O exercício fortalece os músculos do core e dos membros inferiores e contribui para os músculos flexores dos quadris, que são responsáveis por todo o ciclo do passo.
Como fazer: mantenha o joelho direito alinhado com o tornozelo e os ombros alinhados com os quadris. Dê um passo largo para trás com o antepé esquerdo, flexionando o joelho esquerdo.
Volte para a posição inicial usando a perna direita. Faça oito repetições com cada perna, por cinco séries, pelos menos duas vezes por semana.
PRANCHA
Por quê? Com o fortalecimento dos músculos do core, quadríceps e membros superiores, você melhora a postura e diminui o risco de lesão.
Como fazer: fique em posição de flexão de braços, mas com os antebraços apoiados no chão, em vez das mãos.
Mantenha os cotovelos alinhados com os ombros e um bom alinhamento entre cabeça e calcanhares.
Mantenha o abdome e os glúteos contraídos enquanto estiver em posição de prancha, até não conseguir mais manter essa posição. Tente fazer um exercício de prancha por dia.
AGACHAMENTO
Por quê? Fortalecer os membros inferiores e estabilizar os músculos do core resultarão em uma passada mais forte e eficiente e diminuirão a propensão a lesões nos joelhos, que absorvem a maior parte do impacto quando os “músculos da corrida” estão enfraquecidos.
Como fazer: de pé, simule que está sentando em uma cadeira. Mantenha os pés alinhados com os ombros e os joelhos alinhados com os dedos dos pés.
O tórax fica em uma linha vertical. Faça oito repetições, cinco séries, pelos menos duas vezes por semana.
7. FAÇA ALONGAMENTO DINÂMICO
Grande recompensa – Amplitude de movimentos
“Os músculos têm mais força quando se deslocam ao longo de toda sua amplitude de movimento. O alongamento dinâmico, em oposição ao estático, é eficaz na manutenção e aumento da amplitude de movimentos das articulações, segundo estudos”, afirma Ellen Walker, fisioterapeuta e técnica de corrida em Ohio.
Mexa-se!
Faça um dos três alongamentos dinâmicos apresentados a seguir, após a corrida.
CHUTES COM A PERNA RETA
Por quê? Alonga os músculos posteriores da coxa, contribui para a postura de corrida e para a passada.
Como fazer: dê 20 a 30 passos “chutando” com a perna esticada, para a frente e para a lateral, na máxima altura que conseguir (mais ou menos ao nível do quadril).
Ao fazer esse movimento, projete o braço oposto ao da perna que está se movimentando para a frente. Troque a posição das pernas e dos braços em passos alternados. O tronco fica ereto.
“CHUTE NO TRASEIRO”
Por quê? Alonga os músculos flexores do quadril e o quadríceps; e possibilita aterrissagens mais macias na corrida, reduzindo o risco de lesões.
Como fazer: ande ou corra 20 ou 30 passos e, ao fazer isso, exagere na flexão das pernas, como se você fosse chutar suas nádegas, repetidamente.
AVANÇO FRONTAL
Por quê? Alonga as panturrilhas, quadríceps, glúteos e os flexores do quadril. Aumenta a extensão da passada ao promover o movimento das pernas em toda sua amplitude.
Como fazer: Dê um passo largo para a frente, com o tronco ereto e o joelho posterior flexionado. O joelho anterior não pode ultrapassar a linha dos dedos do pé.
Mantenha-se nessa posição por 5 segundos e volte para a posição inicial. Faça cinco repetições com cada perna.
8. TIRE FÉRIAS PARA CORRER
Grande recompensa – Animação
Essas viagens com foco na corrida nos fazem sentir ansiosos pelo que vem, dando motivação para entrarmos em forma antes de partir.
E, se forem bem programadas, permitem treinar em um clima ameno.
Mexa-se!
As possibilidades são infinitas, podendo ser um fim de semana em uma cidade próxima ou até uma viagem ao exterior com o cônjuge, para correr uma sonhada maratona.
9. DURMA MAIS MEIA HORA POR NOITE
Grande recompensa – Você vai ficar mais saudável e feliz e vai estar mais bem preparado para a próxima corrida
Diversos estudos correlacionaram dormir mais com menos infecções e doenças crônicas, além de melhora do desempenho mental e do humor.
Além disso, um sono de qualidade nos ajuda a nos recuperarmos dos treinos: “Durante períodos de sono profundo e restaurador, o corpo secreta hormônio de crescimento, que pode contribuir para a recuperação muscular após o exercício”, afirma Matthew Buman, especialista em sono e professor adjunto na Arizona State University (EUA).
Mexa-se!
Se você se sente constantemente cansado, faça de seu sono uma prioridade que seja compatível com outros aspectos do treino: o desempenho melhora quando se dorme mais.
A melhor maneira de estender a soneca é ir dormir mais cedo, pois ter um horário consistente para dormir e acordar é fundamental para se adquirir um bom ritmo de sono.
Ajuste um despertador para 30 minutos antes do horário em que você quer ir dormir como lembrete para começar a desacelerar a rotina.
Durante essa meia hora final, evite luzes brilhantes, computadores e televisão.
Além disso, nas últimas 2 a 3 horas antes de ir dormir, diminua o consumo de líquidos e evite bebidas alcoólicas ou cafeinadas.
10. FAÇA OUTRAS ATIVIDADES
Grande recompensa – Variedade para o corpo e a mente
“Se apenas corremos, os músculos que não são acionados pela corrida não se fortalecem”, afirma Jef Horowitz, técnico de corrida e triatlo que já concluiu 170 maratonas.
“Fraqueza nesses músculos pode levar a ineficiência na postura, que, por sua vez, pode provocar lesões.”
Mexa-se!
Faça um treino cardiovascular (que não seja corrida) uma ou duas vezes por semana.
Pedalar na bicicleta ergométrica ou ao ar livre é uma boa escolha, segundo Jef.
“Não há impacto e fortalece o quadríceps. Ficar de pé sobre os pedais da bike ainda aciona a musculatura do core e os músculos laterais estabilizadores e isso pode melhorar a estabilidade e a postura na corrida.”
Mas pedalar é apenas uma opção. Nadar ou remar são atividades que envolvem o corpo todo e mantêm a frequência cardíaca elevada.
Até uma caminhada vigorosa funciona. “Mas atividades como ioga, pilates e musculação não podem ser consideradas como crosstraining de cárdio”, explica Jef.
“Elas não elevam a frequência cardíaca o suficiente para aumentar a resistência.”
Fonte: EXAME.com

Veja como evitar a fadiga muscular e amenizar este incômodo pós-treino

Causada por excesso de treino, fadiga muscular tira vontade de seguir com treinos. #vidaativaesaudavel

Sentir algum tipo de desconforto após uma atividade física é, até certo ponto, normal. Na musculação, é comum a sensação de dor nos músculos assim que se termina o treino. Mas é algo rápido e que logo passa. Muitas vezes, porém, estas dores podem persistir, caracterizando um quadro de fadiga muscular. Este problema pode diminuir a sua vontade de praticar esportes, caso torne-se algo frequente, e acaba desmotivando o atleta.

Mas é fácil combater a fadiga muscular, tanto de forma preventiva como no momento em que se é atingido pelas dores. Para isso, será preciso reavaliar os treinamentos realizados, a carga e a intensidade, e também a alimentação. Todos estes aspectos influenciam na resposta do corpo à atividade realizada, deixando-o mais preparado para suportar as exigências do treino e garantir que você tenha condições de malhar sem sentir dores.

O que é a fadiga muscular?

A fadiga muscular acontece quando o glicogênio (uma reserva de carboidratos que fica guardada na musculatura) e a glicose sanguínea são usadas pelo corpo até esgotarem-se. Isso diminui a oxigenação dos músculos, o que provoca um aumento do ácido lático – podendo causar cãibras – e prejudica a transferência de energia. Em casos mais graves, pode provocar até mesmo insônia e depressão.

As principais causas da fadiga muscular são a prática de exercício acima da capacidade muscular ou a má alimentação: no primeiro caso, um trabalho excessivo acaba por consumir todas as reservas de glicogênio e glicose devido ao esforço. No segundo caso, a falta dos nutrientes adequados faz com que o corpo consuma antes do previsto as suas reservas de energia.

Como evitar a fadiga muscular

A melhor maneira de se prevenir para evitar este quadro é mantendo uma alimentação equilibrada, que contenha todos os nutrientes necessários para um trabalho de musculação. Também deve-se tomar muito cuidado para não ultrapassar os limites do seu corpo – não adianta nada tentar levantar mais peso do que é possível para, depois, prejudicar o restante do treinamento devido às dores. Também é importante lembrar-se de alongar os músculos após o treino, pois isso diminui a tensão muscular. O uso de bolas de borracha para massagear os músculos também ajuda a evitar as dores.

Tratamento exige repouso e reeducação

Caso você já sinta a fadiga muscular, é necessário rever o seu treinamento. A melhor maneira de aliviar as dores é com repouso e o uso de bolsas de água quente para relaxar a musculatura. O calor ajuda a diminuir os pontos de tensão dos músculos e também pode ser atingido com uma massagem localizada. Hidromassagem e trabalhos na piscina, sem peso algum de carga, são outras maneiras de diminuir as dores. Para não repetir o quadro, é necessário diminuir o peso e a intensidade das cargas no treinamento assim que voltar à musculação, aumentando ambos de forma progressiva e com calma. Também será preciso mudar a dieta, para garantir que o organismo tenha os nutrientes necessários para não sofrer novos casos de fadiga.

fonte: Vivo Mais Saudavel



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quarta-feira, 13 de janeiro de 2016

Nutricionista esportivo: ele pode ajudar na melhora da sua performance


Muitos acham que não, mas a alimentação é um dos principais fatores de melhora tanto na perda de peso quanto na da performance do esporte, inclusive na corrida. O nutricionista é o especialista indicado para a melhora na alimentação. Seguindo a dieta é possível ter ótimos resultados, principalmente durante uma reeducação alimentar, mas quando a intenção é específica no desempenho a indicação é procurar um especialista na área esportiva.
O nutricionista esportivo, Rafael Castro, explica que o profissional deve ter uma boa noção da fisiologia do exercício, uma base em treinamento e se aprofundar em bioquímica, já que o curso de nutrição traz uma visão geral de tudo. Rafael é atleta, e logo que se formou fez pós-graduação em nutrição esportiva. Ele explica que para quem já treina, o auxílio desse profissional traz um ajuste fino, não tão gritante, mas que faz diferença na perfomace.
Foi o caso de Everton Yosida que corre por hobby e depois de algum tempo de treino percebeu que não perdia mais peso e sentia cada vez mais fadiga durante sua rotina de atividades, que inclui corrida e musculação. “No passado, eu já havia feito acompanhamento com uma nutricionista não especializada, a abordagem foi bem diferente, desde os exames iniciais até a montagem do programa alimentar em si”, conta.
O treinador da assessoria 4any1, Eduardo Barbosa costuma indicar para seus alunos um especialista no esporte, inclusive ele mesmo se consulta com um. “No meu caso que busco performance em corridas de rua é essencial este acompanhamento e trabalho multidisciplinar junto à um profissional especializado”, diz.
O acompanhamento do especialista ajudou Everton a ganhar massa muscular e reduzir a taxa de gordura corporal, além da notável melhora na perfomace. “A alimentação adequada faz toda a diferença no dia a dia de treinos e provas, ajudando na disposição e recuperação muscular”, conta o corredor que passou dos dez quilômetros aos 25 após seguir a dieta com um profissional especializado.
É essencial que toda a atividade física tenha supervisão de um profissional formado em educação física. O aluno deve sempre pedir dicas e procurar médicos especializados, principalmente se pretende participar de provas, no caso de corridas mais longas. Mas Everton deixa claro que o nutricionista esportivo não faz nenhuma mágica. “Muita gente que vê a mudança, principalmente física, logo pensa: é simples. Basta ir ao nutricionista ou médico e logo estarei com o corpo que desejo. Não é bem por aí, se não cumprir sua parte do acordo não haverá sucesso. Penso até que a parte mais difícil fica a cargo do paciente que precisa manter o foco e seguir a orientação nutricional”, finaliza.
Fonte: Webrun

quinta-feira, 31 de dezembro de 2015

Conheça e pratique 4 exercícios para empinar o bumbum

Descubra como fortalecer os glúteos com 4 exercícios para empinar o bumbum. #vidaativaesaudavel

Mais novo vício da mulherada, o estilo de vida “fit”, termo em inglês que significa boa forma, virou mania no instagram e em blogs. As brasileiras, conhecidas por seu bumbum avantajado, estão cada vez mais ligadas às novidades, em procedimentos estéticos ou até mesmo exercícios para empinar o bumbum.

Para quem ainda não está acostumado com os nomes, mas almeja um glúteo perfeito, o agachamento, afundos, quatro apoios  e elevação pélvica são os seus novos melhores amigos.

Então, vamos conhecê-los? Acompanhe e conheça 4 exercícios que irão empinar o bumbum até o verão!

Veja 4 exercícios para empinar o bumbum

1. Agachamento

O agachamento é um exercício para empinar o bumbum, mas também fortalece os músculos das coxas e quadris. É um grande aliado para os ossos, ligamentos e inserções de tendões em toda a parte inferior do corpo. O movimento é simples, mas deve ser feito com cuidado. Dependendo de sua postura poderá ficar com dores nas costas.

Modo de fazer

Fique de pé, com as mãos na cintura. É importante estar com as costas retas e o abdômen contraído. Fique com as pernas afastadas na largura do quadril. Flexione as pernas levando o bumbum para trás. Lembre-se de manter o tronco reto e não levar os joelhos à frente. Faça com 5 séries de 10 repetições.

2. Quatro apoios

O clássico e preferido dos professores de academia. A caneleira, já companheira de quem está acostumado com exercícios para empinar o bumbum, é item indispensável neste exercício.

Modo de fazer

Ajoelhe e mantenha o seu corpo apoiado sobre os braços. Fique com os joelhos flexionados e levante a perna direita. Desça lentamente. Se preferir, pode deixar a perna esticada, levantando também a perna. O segredo deste exercício é executá-lo lentamente, para que os músculos sintam o estímulo. Escolha caneleiras com um peso razoável caso você esteja começando. Faça 3 séries de 12 repetições.

3. Afundos

É também um espécie de agachamento, mas nessa versão você ficará com as pernas abertas, como se estivesse dando um passo para frente.

Modo de fazer

De pé com os pés afastados na largura dos ombros, segure o peso que desejar. Fique com os braços estendidos ao lado do corpo. Dê um passo para a frente e flexione o seu joelho até que a pena que agachou esteja encostando no chão. Retorne a posição inicial e faça com a outra perna. Se preferir, pode fazer o mesmo movimento com barra. Faça 5 séries de 10 repetições para empinar o bumbum.

4. Elevação pélvica

Este exercício envolve a parte inferior da barriga, coxas e também a região lombar, assim contribuindo para uma postura melhor.

Modo de fazer

Deite-se de barriga para cima em um colchonete. Fique com as mãos apoiadas no solo e com os joelhos flexionados, subae desça lentamente a pelve sem encostar o bumbum no chão. Lembre-se de contrair os músculos do abdômen, coxas e glúteos. Para o exercício ter mais resultado, utilize uma anilha ou caneleiras sobre o colo. Se preferir, faça sem peso, mas sustente a posição elevada por 10 segundos.

fonte: Vivo Mais Saudavel


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