quinta-feira, 6 de outubro de 2016

Em 2016 a Herbalife vai investir US$ 1 milhão na Special Olympics para apoiar programas de fitness ao redor do mundo, com foco no aumento das atividades físicas e melhor nutrição e hidratação.





Com a colaboração da equipe global da Herbalife Nutrition que conta com mais de 300 cientistas e 36 Ph.Ds. especialistas em nutrição e performance esportiva, a empresa vai levar sua experiência em nutrição e conteúdo educacional, incluindo vídeos e outros materiais para técnicos, atletas, cuidadores e a comunidade Special Olympics como um todo.
“Special Olympics é mais do que competição atlética”, disse Kyle Washburn, diretor de fitness da Special Olympics.” Cercamos nossos atletas com uma comunidade que os apoia através do esporte, saúde e expansão do fitness.”
Como parte do patrocínio, Dana Ryan, Ph.D., gerente sênior de desempenho esportivo e educação da Herbalife, se unirá à força tarefa de fitness da Special Olympics para levar perspectiva e experiência adicional para apoiar os atletas, instrutores, famílias e adeptos da Special Olympics. Para ajudar a aumentar a conscientização para a importância da nutrição e adotar um estilo de vida ativo e saudável, uma variedade de produtos de proteína da Herbalife Nutrition irão incluir o logotipo do Special Olympics em mercados globais seletos. A Força Tarefa de Fitness Global é um comitê internacional de especialistas em fitness e atletas colaborando para melhorar o desempenho esportivo e a saúde dos atletas do Special Olympics através do fitness.
“Nossa missão é levar a nutrição às pessoas ao redor do mundo e fornecer suporte àqueles que buscam abraçar um estilo de vida ativo e saudável”, disse Michael O. Johnson, presidente e diretor executivo da Herbalife. “Nossa comunidade Herbalife global é inspirada pela Special Olympics e seus fantásticos atletas e estamos orgulhosos em oferecer a eles recursos de nutrição e de fitness.”
Nos Jogos Mundiais de Verão Special Olympics 2015 em Los Angeles, os membros e os funcionários da Herbalife Nutrition generosamente patrocinaram 10 por cento dos atletas da Special Olympics competindo nos Jogos Mundiais. Além disso, a Herbalife Nutrition doou 280.000 barras de nutrição e o uso das suas instalações para registrar e credenciar milhares de atletas, técnicos e voluntários.
Para saber mais sobre o Special Olympics, clique aqui
Sobre a Herbalife
Herbalife é uma empresa global de nutrição que vem mudando a vida das pessoas com seus excelentes produtos desde 1980. Nossos produtos de nutrição, controle de peso, energia, condicionamento físico e cuidados pessoais estão disponíveis exclusivamente por meio de consultores independentes da Herbalife em mais de 90 países. Estamos comprometidos na luta contra os problemas mundiais de má nutrição e obesidade oferecendo produtos de alta qualidade, treinamento individual com os membros da Herbalife e uma comunidade que inspira os clientes a levar uma vida saudável e ativa.
Apoiamos a Herbalife Family Foundation (HFF) e seus programas Casa Herbalife para ajudar a trazer boa nutrição para crianças carentes. Também patrocinamos mais de 190 atletas de nível mundial, times e eventos ao redor do mundo, incluindo Cristiano Ronaldo, o LA Galaxy e campeões em muitos outros esportes.
A empresa tem mais de 8.000 funcionários ao redor do mundo e as suas ações são negociadas na Bolsa de Valores de New York (NYSE: HLF) com vendas líquidas de $4,5 bilhões em 2015. O website da Herbalife contém uma quantidade significativa de informações financeiras e outras informações sobre a empresa em ir.Herbalife.com. A empresa incentiva os investidores a visitar seu website periodicamente, uma vez que as informações são atualizadas e novas informações são publicadas. Para saber mais sobre a Herbalife, clique aqui.
Contato:
Silvana Gonçales
Consultora Independente Herbalife
whatsapp (011)97153-0245
silvana@focoemvidasaudavel.com.br
  
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O Stress leva a um Aumento de Peso



Para a maioria das pessoas o stress é inevitável, e até pode ser positivo se for moderado. Em doses normais a hormona do stress (cortisona) promove o rompimento das gorduras em ácidos gordos e glicerina, o que pode aumentar a sua capacidade de queimar gorduras. Desta forma, pode pensar que quanto mais estressado estiver mais magro ficará – mas isto raramente funciona dessa forma. Na verdade níveis elevados de cortisona fazem com que a perda de peso seja significativamente mais difícil.
Aqui está o porquê: Cortisona demais aumenta a resistência à insulina, o que reduz a queima de gorduras. Os níveis elevados de cortisona diminuem o ritmo do metabolismo e dos níveis de testosterona – e isto também reduz a queima de gorduras. Se estiver sobre stress por períodos prolongados há bastantes probabilidades que os seus padrões de sono se tornem irregulares (outro fator que prejudica o emagrecimento), para além de que uma das técnicas de gestão do stress envolve a comida – e isso não é bom.
Fonte: fitnessblog

Piadas sobre peso agravam obesidade (fat shaming)




“Muitos pacientes obesos reclamaram da falta de respeito que sofrem por parte dos médicos. Todos, inclusive doutores, deveriam parar de culpar e envergonhar pessoas por causa do seu peso. Ao invés disso, deveriam apoiar e procurar o devido tratamento”.
Pesquisadores do Reino Unido sugerem que fazer piada com a obesidade dos outros pode fazer com que essas pessoas engordem mais.
Os cientistas quiseram entender os efeitos do ato conhecido como “fat shaming” (envergonhar-se por ser gordo, em tradução livre) em seu novo estudo.
Com mais de 3000 adultos fazendo parte da pesquisa, a equipe procurou pessoas que já haviam sofrido algum tipo de descriminação relacionada ao peso.
Receber tratamento mal educado, sofrer “brincadeiras” de mau gosto e até mesmo ser considerada uma pessoa menos inteligente estiveram nas reclamações em 5% dos participantes.
Depois de quatro anos, as pessoas dentro da porcentagem ganharam em média um quilo a mais, enquanto que aqueles que disseram nunca ter sofrido discriminação conseguiram perder peso.
“Nosso estudo deixa claro como a discriminação do peso pode ser um problema e não uma solução”, afirma Jane Wardle, diretora da University College London.
A pesquisa publicada no jornal Obesity afirma que esse tipo de preconceito pode diminuir a coragem dessas pessoas a procurarem ajuda psicológica. “Eles tendem a evitar o assunto”, afirma a cientista Sarah Jackson.
“Muitos pacientes obesos reclamaram da falta de respeito que sofrem por parte dos médicos. Todos, inclusive doutores, deveriam parar de culpar e envergonhar pessoas por causa do seu peso. Ao invés disso, deveriam apoiar e procurar o devido tratamento”, completou Wardle.
fonte: EUREKA ALERT
  

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9 alimentos que não são considerados importantes, mas deveriam ser!



Nós ouvimos tudo sobre alimentos que são ruins para nós. Existem inúmeros artigos que listam tudo o que devemos evitar. Há apenas um problema com isso – ele assume que sabemos todos os alimentos que é bom para nós. Sim, todos nós sabemos que comer a abundância de frutas e legumes e evitar os sabores artificiais perigosas e açúcar de alimentos processados, mas você ficaria surpreso sobre os bons alimentos que simplesmente não estão cientes e alguns dos mais saborosos e saudáveis? Alimentos parecem a escorregar bem debaixo dos nossos narizes. Abaixo listamos nove alimentos que não são considerados importantes, mas na verdade são.
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Sardinhas
Sardinhas não são considerados um alimento particularmente saborosa. No entanto, este peixe deve ser uma inclusão regular em uma dieta pessoa. Quando preparado o caminho certo que pode ser delicioso. Sardinhas também vêm embalados com ácidos graxos ômega-3 e vitamina D. Estes garantir que você tenha um coração e uma mente saudável.
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Aveia
Aveia é o café da manhã preferido para a maioria dos atletas profissionais. Ele vem com cerca de 4 gramas de fibra solúvel em cada copo. Tudo isto fibra reduz o LDL, o mau colesterol. É um carboidrato complexo que significa que não espiga os níveis de açúcar no sangue, impedindo que seu corpo armazenar gordura facilmente. Este, por sua vez, ajuda a queimar mais gordura durante um treino, fazendo aveia ótimo para quem quer perder peso. A aveia é também uma grande fonte de vitamina B1, uma vitamina considerada essencial para as mulheres grávidas .
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Agrião
Agrião é um vegetal de folhas que é semelhante ao espinafre. É versátil e pode ser incluído em tudo, desde um refogado com uma salada. Ele é muitas vezes ignorado por seus colegas mais famosos. No entanto, este legume verificou-se ter um número de benefícios. Em um estudo recente envolvendo mais de 170.000 pessoas, agrião foi encontrada para diminuir o risco de desenvolver diabetes.
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Cravo-da-índia
Nos séculos passados, os Cravo-da-índia foram utilizados como purificadores de boca. Eles são uma especiaria popular e são usados ??em uma variedade de pratos asiáticos. Estudos descobriram que dentes eram um dos alimentos mais ricos em antioxidantes no planeta. Um único grama de esta especiaria contido como muitos antioxidantes como 1/2 de uma chávena de bagas. Eles podem ser usados ??para adicionar tempero para o seu assado de domingo ou de um ponche de frutas.
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Sementes de linhaça
Sementes de linhaça são outro alimento versátil que oferece uma série de benefícios que estamos perdendo. Uma colher de sopa de semente de linho esmagado pode ser adicionado a tudo, desde uma salada para um smoothie e contém mais de 2 gramas de fibra. Para além do teor de fibra rica , pode ajudar a prevenir o desenvolvimento de cancros relacionados com hormonas, como cancro da mama.
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Canela
Enquanto rolos de canela são um favorito para muitos, que não é a única maneira que você deve estar recebendo a sua dose de canela. A canela é uma especiaria que é conhecido por ajudar a regular os níveis de açúcar no sangue. É anti-inflamatória e anti-bacteriano na natureza. Adicionando uma colher de canela em sua dieta diária pode ajudar a reduzir triglicérides e colesterol em até 30%.
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Acelga
Este legume verde é uma fonte de fitonutrientes que são conhecidos para ajudar a combater o câncer. acelga também vem carregado com luteína, um antioxidante forte. A luteína pode ajudar a reduzir os sinais de envelhecimento e prevenir a perda da visão. Por último, é também uma grande fonte de clorofila. Certifique-se de incluir a abundância deste alimento potência verde em sua dieta.
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Couve
A couve é uma grande fonte de vitamina A, mas não recebe a devida quando se trata de seus outros benefícios notáveis. É rico em antioxidantes que ajudam a prevenir e combater o câncer. Ele também ajuda a promover a pele saudável e um forte sistema imunológico. Uma única xícara deste vegetal maravilhoso tem mais vitamina C como laranja! Isso deve ser tudo que você precisa saber o quão potente a Kale vegetal é!
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Romã
A Romã não apenas delicioso sabor vem embalado com abundância de antioxidantes e é rica em nutrientes . Ela ajuda a prevenir os danos dos radicais livres que leva a problemas cardíacos, Alzheimer e câncer. Uma única xícara de romã contém mais de 4 gramas de fibra. Certifique-se incluir esta fruta em sua dieta.
Muitas pessoas não estão cientes de quão boa certos alimentos são. Esperemos que este artigo tenha ajudado a lançar alguma luz sobre alguns alimentos que merecem um pouco mais de crédito e atenção. Você estava ciente de todos os benefícios desses alimentos oferecidos? Certifique-se de incluí-los em sua dieta a partir de hoje!
Referências:
http://www.momjunction.com/articles/vitamin-b12-rich-foods-you-should-take-during-pregnancy_0081504/
https://en.wikipedia.org/wiki/Pomegranate#Nutrition
http://www.stylecraze.com/articles/amazing-health-benefits-of-flaxseeds-and-flaxseed-oil/

segunda-feira, 25 de julho de 2016

Sete sinais inusitados para problemas cardíacos


Inchaço nas pernas, ganho de peso e tosse noturna podem indicar alterações no coração

O coração é o órgão mais nobre do corpo humano: se ele falhar, todo o resto imediatamente sentirá as consequências. Ele manda sangue para os tecidos do organismo, nutrindo, oxigenando e permitindo o bom funcionamento de todos eles. Mas os deslizes do dia a dia, mesmo que você nem perceba, geram uma sobrecarga ao coração e ele pode sentir as consequências do esforço em excesso.

Segundo dados do Ministério da Saúde, as doenças cardiovasculares são responsáveis por, aproximadamente, 30% dos óbitos no Brasil, o que as torna a primeira causa de morte entre a população brasileira. Alguns fatores de risco como hereditariedade, doenças crônicas (obesidade, tabagismo) e maus hábitos, como sedentarismo e uma alimentação rica em gordura, favorecem as doenças do coração. Mas muita gente pensa que os sintomas de um problema cardíaco se resumem a dor no peito e falta de ar. Pelo contrário, uma lista de sinais inusitados pode indicar que algo não vem com o seu coração. Veja quais são eles:


01. Inchaço nas pernas e pés

"O enfraquecimento do músculo do coração, causado por uma insuficiência cardíaca, pode gerar o inchaço, principalmente nas pernas e nos pés", explica o cardiologista José Luiz Ferreira dos Santos, diretor de coordenação de Pesquisa da Sociedade de Cardiologia do Estado de São Paulo (SOCESP). O retorno de sangue das pernas e pés é dificultado pela gravidade, por isso esses membros costumam ser os mais acometidos. "O inchaço acontece porque o coração perde a força necessária para bombear o sangue adequadamente, o que acaba gerando a retenção de líquido", conta o especialista. Entretanto outras doenças como a insuficiência hepática, síndrome nefrótica (perda de proteína pelos rins), também podem causar inchaço.


02. Xantelasmas

Xantelasmas são depósitos de colesterol que aparecem com maior frequência nas pálpebras. O cardiologista José Luiz explica que essas pequenas bolsas amareladas podem estar associadas com anormalidades no metabolismo das gorduras, que acabam sendo depositadas na pele e na parede arterial. Assim, caso você tenha xantelasma, checar as taxas de colesterol é fundamental. "Níveis aumentados de colesterol são importante fator de risco para a doença das artérias do coração, chamadas de coronárias", explica.


03. Calvície

O cardiologista José Luiz Ferreira explica que já existem algumas publicações que relacionam a calvície com o risco cardíaco. A pesquisa de maior repercussão foi publicada em 2000 no periódico The Archives of Internal Medicine. O estudo analisou homens que estavam entre as idades de 40 e 84 anos de idade, seguindo-os por um período de 11 anos. Os homens portadores de calvície do tipo coroa (perda de cabelo no topo da cabeça) tinham risco de infarto maior e proporcional à evolução da calvície, ou seja quanto maior a progressão da calvície maior o risco para problemas nas artérias coronárias (os responsáveis por infartos). Mas o especialista afirma que é preciso cautela ao relacionar calvície e doença do coração, já que existem outros fatores que podem estar associados à perda de cabelo, como a própria genética.

04. Gengivite

Alguns estudos têm sugerido que a doença periodontal pode causar inflamação em todo o organismo, relacionando-se com o aparecimento da aterosclerose, o acúmulo de gordura nas paredes dos vasos. "Porém, no momento, a consideração a ser feita é que alguém descuidado com sua saúde bucal, provavelmente também se descuida da sua saúde no geral", explica José Luiz. "A presença de fatores de risco como obesidade, alteração do colesterol, diabetes, pressão alta, sedentarismo e tabagismo, acabam por causar uma doença cardíaca".

05. Fazer mais xixi do que o normal durante a noite

Quem sofre com insuficiência cardíaca, cirrose ou qualquer outra doença que cause inchaço nas pernas, pode apresentar aumento da vontade de urinar a noite. "Isso acontece porque, ao se deitarem, a tendência é que o líquido em excesso nas pernas retorne ao sangue e esse excesso de água seja então eliminado pelos rins", explica José Luiz Ferreira. O cardiologista Luiz Castanho, do Spa Sorocaba, lembra que o aumento da frequência da micção também pode estar relacionado a problemas na próstata, desordens metabólicas - como diabetes - e até mesmo ao uso de medicação diurética.

06. Ganho de peso injustificado

"Os indivíduos portadores de cardiopatias graves - como a insuficiência cardíaca - sofrem retenção líquida, pois seus corações não conseguem manter o bombeamento de sangue adequado", explica o cardiologista Luiz Castanho, do Spa Sorocaba. Essa deficiência do músculo cardíaco dificulta a chegada normal do volume de sangue a ser filtrado pelos rins, o que causa o acúmulo de líquidos no corpo e, consequentemente o ganho de peso. Uma das maneiras de acompanhamento da doença para esses pacientes é a pesagem diária.


07. Tosse noturna

"O aparecimento de tosse no período noturno ocorre porque, se o coração não trabalhar direito, na posição horizontal, que tomamos ao nos deitar, haverá um aumento do retorno de sangue para os pulmões, o que aumenta a congestão pulmonar e estimula a tosse", explica o cardiologista José Luiz. Entretanto, não é só o coração que pode causar a tosse: alterações pulmonares, refluxo gastroesofágico e outras doenças também podem causar tosse.

fonte: Minha Vida

segunda-feira, 11 de julho de 2016


Dia 16/07 (sábado) venha participar de uma aula gratuita e descontraída de Treinamento Funcional e aprenda como emagrecer de forma saudável.
Local: Mercure São Paulo Central Towers Hotel
Quando: dia 16/07 (sábado) às 8h30
Reserve sua vaga: whatsapp (11)97153-0245
O treinamento funcional se baseia nos movimentos naturais do ser humano, como pular, correr, puxar, agachar, girar e empurrar. O praticante ganha força, equilíbrio, flexibilidade, condicionamento, resistência e agilidade.

Com o treinamento funcional é possível melhorar o tônus muscular, aumentar a massa magra e diminuir o percentual de gordura, auxiliando na definição corpo. Por movimentar muitos músculos num mesmo exercício, aumenta também a frequência cardíaca, otimizando a queima de calorias e ajudando a perder peso.

Aproveite e compartilhe este convite com seus amigos, pois quanto mais amigos, mais divertido fica!
 

domingo, 5 de junho de 2016

Benefícios que Sorrir traz a Saúde!



Encarar a vida com bom humor fortalece a mente e o corpo, tornando-nos mais aptos para enfrentar situações de crise; uma boa gargalhada causa relaxamento e diminui a sensibilidade à sensibilidade à dor, com a liberação de endorfinas na corrente sanguinea.
Recentemente, em vista de várias descobertas encorajadoras, médicos e psicólogos começaram a investigar mais intensamente o efeito terapêutico do senso de humor e dos momentos de alegria. Quanto ao primeiro há divergências, já que o que é engraçado para uns pode não ter a menor graça para outros. Já a principal dificuldade para conhecer os efeitos de uma boa gargalhada no estado geral de saude de uma pessoa é o fato de que essa manifestação dura pouco mais que alguns segundos e nem sempre é possível induzi-Ia.
Estudos mostram que o tônus muscular continua reduzido até 45 minutos após um ataque de riso; ou seja, rir tem efeito relaxante. A concentração do hormônio do stress, o cortisol, no sangue é reduzida quando as pessoas estão alegres.
Como um nível permanentemente elevado de cortisol enfraquece a defesa imunológica, é possível concluir que a alegria pode proteger contra doenças. A sensibilidade à dor também costuma ser reduzida por sentimentos agradáveis. Isso se atribui, em muitos casos, à liberação de endorfinas, que desencadeiam sentimentos de prazer no cérebro, bloqueando a transmissão de estímulos dolorosos.
Para o jornalista americano Norman Cousins não existia nenhum analgésico melhor do que assitir a uma apresentação da banda blues brothers, fundada em 1978 pelos comediantes Dan Aykroyd e John belushi. Morto em 1990, ele sofreu durante anos de artrite reumatóide, uma inflamação crônica e extremamente dolorosa das articulações da coluna vertebral. Aparentemente, nada conseguia diminuir o seu sofrimento sem efeitos colaterais desagradáveis – com exceção das piadas dos humoristas. Dez minutos de riso aberto agraciavam Cousins com aproximadamente duas horas livres de dor.
Surpreendentemente, ele conseguiu conter a reação inflamatória de seu corpo. Em seu livro Anatomy of an illness (Anatomia de uma doença) conta o sucesso do seu tratamento de riso autoprescrito. Recuperado, engajou-se como pesquisador na Universidade da Califórnia, em Los Angeles, especializando-se no estudo do humor. O credo da comunidade inspirada nessa cura aparentemente miraculosa é: a alegria não apenas protege contra doenças físicas e psíquicas, mas também pode curá-las.
Durante muito tempo, o “humor terapêutico” só encontrou adeptos fora de clínicas e laboratórios. Mas recentemente, em vista de várias descobertas encorajadoras, médicos e psicólogos começaram a investigar mais intensamente o efeito de proteção e cura do senso de humor e da predisposição à alegria. Segundo o filósofo iluminista Immanuel Kant (1724-1804), apenas três coisas podem realmente fortalecer o homem contra as tribulações da vida: a esperança, o sono e o riso. Na Antiguidade, Aristóteles (384 a.C-322 a.c.), já via no riso “um exercício corporal de grande valor para a saúde”. Esse reconhecimento geral ainda existe – ainda que os cientistas admitam não saber muito bem como esses benefícios ocorrem e seja difícil comprovar a relação entre diversão e saúde. O principal empecilho para conhecer mais sobre o assunto é o fato de que as consequências mensuráveis da gargalhada, por exemplo, duram pouco mais que alguns segundos. Os efeitos agudos que se seguem ao riso assemelham-se a sua manifestação física – os músculos contraem-se, os batimentos cardíacos aceleram-se e aumentam a pressão sanguínea, a frequência respiratória e a conversão de oxigênio.
Como já indicaram testes psicológicos realizados nos anos 30, o tônus muscular continua reduzido até 45 minutos após o riso, ou seja: o corpo continua relaxado. Sabe-se também que a concentração do hormônio do stress, o cortisol, no sangue é reduzida quando as pessoas estão alegres. Como um nível sempre elevado de cortisol comprovadamente enfraquece a defesa imunológica, é possível concluir que a alegria protege contra doenças. A sensibilidade à dor também é reduzida. Isso pode ser atribuído à liberação de endorfinas, que desencadeiam sentimentos de prazer no cérebro, bloqueando a transmissão de estímulos dolorosos. Mas pouco tempo depois tudo volta a ser como antes – pelo menos até que surja o próximo ataque de alegria. Em 2007 pessquisadores da Universidade de Osaka, no Japão, registraram valores reduzidos da mensageira cromogranina A (CgA) na saliva de pessoas que haviam visto um filme engraçado, em comparação com observadores de um vídeo neutro. A CgA é liberada principalmente pela medula suprarrenal quando o sistema nervoso vegetativo entra em colapso. Ao que tudo indica, a divertida comédia antagonizou esse processo.
Outros estudos, no entanto, não puderam comprovar a influência do riso sobre a reação hormonal ao stress. Um motivo possível da falta de conclusão é o fato de as formas de humor serem extremamente variadas – da leitura de um gibi ou audição de um gracejo, passando pela autoironia, sarcasmo, jogo de palavras, o riso ou tiradas cômicas por embaraço, inveja ou malícia, até cenas ao estilo de o Gordo e o Magro. Estudiosos do humor, também chamados gelotólogos (do grego gelos – riso), diferenciam até 2.500 dessas expressões. Muitas delas realmente nos divertem ou provocam um leve sorriso, mas não é preciso necessariamente rir em voz alta.
Disfarce do tédio
Por outro lado, nem todo riso implica humor. O psicólogo Robert Provine, da Universidade de Maryland, em Baltimore, Estados Unidos, descobriu que apenas uma em cada cinco das 20 risadas que um adulto dá, em média, em um dia, tem base humorística. A maior parte desses risos mudos e das risadas discretas transmite mensagens como concordância e simpatia, expressa empatia e identificação ou disfarça agressividade, irritação ou tédio e exclui outras pessoas.
Assim, no que diz respeito aos efeitos medicinais, deve-se diferenciar mais detalhadamente o riso e o humor. Este último indica principalmente um desempenho mental, a capacidade de enxergar situações ou pessoas de formas bastante específicas. Consequentemente, vários pesquisadores buscam a chave para os benefícios da piada mais no pensamento do que nas reações psicológicas imediatas.
O equivalente psicológico da resistência física é a resiliência, uma espécie de “força mental”, expressa na capacidade de suportar crises, perdas ou frustrações e encontrar algo positivo mesmo em experiências dolorosas – seja o fim de um relacionamento ou a perda do emprego. Para o psicólogo da Universidade de Zurique Willibald Ruch, estudioso do tema, há uma relação entre a resiliência e a postura bem-humorada diante das mais variadas situações cotidianas: “O humor fortalece o psiquismo e ajuda as pessoas a enfrentar dificuldaades”, defende.
Em 1990, um estudo de Nancy Yovetich e colegas da Universidade da Carolina do Norte em Chapel Hill, Estados Unidos, já apontava para essa mesma direção. Os pesquisadores propuseram que estudantes universitários participassem de um teste de dor no laboratório. Enquanto os voluntários esperavam levar um pequeno choque elétrico, parte deles ouviu uma história engraçada em um gravador. Ao demais foi apresentado um relato seco e impessoal.
Tanto entre os “submetidos ao riso” quanto entre aqueles que foram apenas distraídos, a frequência cardiaca (sinal de medo) permaneceu inalterada. No entanto, os participantes do grupo da piada encararam a dor esperada de forma mais relaxada, como demonstrou o questionamento subsequente. O conteúdo da história fez a diferença: o humor tem efeito ansioIítico da distração neutra, não. Além disso, o resultado foi reforçado pelo fato de que todo participante que se mostrou mais predisposto ao riso no teste de personalidade prévio apresentou, de maneira geral, uma maior tolerância ao desconforto.
O pesquisador W. Ruch e suas colaboradoras Karen Zweyer e Barbara Velker chegaram às mesmas conclusões em 2004, em um outro experimento. Os participantes tinham de colocar o braço em um balde cheio de água gelada, o que causa, depois de pouco tempo, uma pontada desagradável. Quem suportou o procedimento por mais tempo em média! Aqueles com maior senso de humor, medido pela reação a uma apresentação de sete minutos de Mr. Bean, que expressaram alegria ativamente durante o filme, suportaram a dor estoicamente mais tarde.
O senso individual de humor é medido, por exemplo, pelo teste State-Trait-Cheerfulness-Inventory (STCI) , um questionário desenvolvido por Ruch e colegas, na metade da década de 90. As questões do STCI distinguem entre o estado momentâneo de humor (state) – desencadeado, por exemplo, por algo engraçado – e a tendência duradoura (trait) de prestar à atenção em coisas engraçadas ou mesmo produzi-Ias. Como demonstrou uma pesquisa realizada pela internet com mais de 2.500 pessoas, a satisfação vital aumentava de forma proporcional à tendência ao humor: no balanço final, quem dá valor ao riso parece ser mais feliz.
Outro jeito de ver
Em um experimento anterior, o estudioso do humor já havia comprovado algo semelhante. Os sujeitos da pesquisa tiveram de solucionar uma série de tarefas simples em uma sala sombria, pintada de preto, enquanto um segundo grupo realizou a mesma atividade em um cômodo confortável e claro. No teste de estado de espírito subsequente, os sujeitos da sala escura obtiveram piores resultados. E, mais uma vez, aqueles com maior tendência ao humor estiveram em vantagem: o ambiente sombrio afetou-os menos.
Mas o que diferencia exatamente uma visão bem-humorada de uma postura mais séria diante da vida? Segundo a teoria da incongruência, na base do gracejo e do humor está quase sempre um artifício mental, um paradoxo ou um deslocamento: há graça quando coisas díspares são combinadas. Um exemplo simples: “O senhor pode me dizer que horas são?”. Resposta curta: “Posso”. Uma réplica não muito original, mas que surpreende pela ambiguidade.
Assim como nesse caso, muitas vezes a graça surge quando as expectativas sobre o que outros pensam, querem ou fazem não se concretizam. Por falta de capacidade empática, autistas, por exempIo, quase nunca reconhecem o humor desse tipo de histórias. No entanto, é necessário mais um ingrediente para que algo seja divertido. Afinal, nem todo enngano ou enigma causa risos. O que falta é a resolução surpreendente da irregularidade, que faz com que tudo seja visto por outro viés. Para tanto, é necessário uma mudança mental de perspectiva – e dentro de poucos segundos. Mais tarde, a troca pode até parecer espirituosa, mas não mais engraçada. Por isso um texto cômico ouvido pela primeira vez tem maior impacto.
O fundador do HumorCare, uma instituição de apoio ao humor terapêutico Micahel Titze, considera que essa “visão diferente” decisiva, ajuda a criar um distanciamento cognitivo de si mesmo e da situação. Voltar-se para o lado cômico quebra padrões fixos, relativiza a própria visão e elimina o caráter ameaçador de várias situações. Em resumo: aquilo de que rimos não nos causa nó no estômago.
Sigmund Freud escreveu em um ensaio de 1928: “Sem dúvida a essência do humor consiste em que alguém se livre dos efeitos que a situação teria provocado normalmente, considerando por meio de um chiste a possibilidade de semelhante desenlace emocional”. O criador da psicanálise via o humor como válvula de escape da psique, um recurso que, de certa forma, se aproximava do delírio. Ele demonstra sua tese recorrendo ao exemplo de um condenado à morte que é levado para o cadafalso em uma segunda-feira e, a caminho, comenta: ”Esta semana está começando bem!”. Para Freud, quem consegue fazer piadas sobre a própria sorte está acima de seu destino.
Ginástica do diafragma
Certamente, nem todo gracejo nos garante consolo pelas mazelas do mundo. Da mesma forma, a incongruência e sua resolução surpreendente também não é, necessariamente, parte de algo cômico. A diversão pelo absurdo surge sem reavaliações mentais: se alguém escorrega em uma casca de banana ou age de forma atrapalhada, isso nos leva a rir porque extrapola os limites do habitual ou do socialmente aceitável. Esse tipo de nonsense diverte principalmente as crianças – que, aliás, riem muito mais do que adultos: até 400 vezes por dia!
Na chamada yoga do riso não existe nenhum motivo para a alegria. A “ginástica do diafragma”, que se tornou popular em alguns países nos últimos anos, inclui risadas por comando, sem que exista algo engraçado acontecenndo – com exceção, talvez, da própria situação em que um grupo de pessoas cai de repente em uma gargalhada coletiva. Depois que a avalanche começa, o riso produz efeito contagiante, semelhante ao do bocejo. Por iniciativa do criador dessa técnica, o médico indiano Madan Kataria desde 11 de janeiro de 1998 é comemorado em Mumbai (antiga bombaim) o “Dia do riso”. O costume espalhou-se por outros países, onde, em datas variadas, uma vez por ano ocorrem festas e eventos similares dedicados ao incentivo da alegria.
Vários participantes desses cursos relatam que, relaxados, experimentam mais facilmente sentimentos de bem-estar. Especialistas se perguntam se “fingir rir” pode ser suficiente para ativar o escudo protetor do humor. Segundo uma teoria clássica da emoção, nossos sentimentos têm raiz nas reações físicas: o psicólogo americano William James (1842-1910) e o fisiólogo dinamarquês Carl Lange (1834-1900) argumentavam, no final do século XIX, que o ser humano não chora porque está triste, mas fica triste quando as lágrimas chegam. Segundo eles, primeiramente surge a comoção fisiológica – os músculos se retesam, o pulso acelera-se, glândulas sudoríparas e os canais lacrimais abrem suas comportas – e então surge, como consequência, o sentimento correspondente.
Mais tarde, psicólogos relativizaram essa visão, pois as pessoas podem interpretar uma palpitação desencadeada artificialmente algumas vezes como aleegria, outras como irritação. O caminho do corpo para a mente não é uma rua de mão única. Porém, os músculos e a mímica têm realmente o poder de influenciar estados de espírito. O psicóólogo social Fritz Strack, da Universidade de Würzburg, comprovou isso em um experimento simples: colocou um lápis na boca de seus voluntários e pediu-Ihes que o prendessem com os dentes ou com os lábios. No primeiro caso, a pessoa elevava os cantos da boca involuntariamente, num sorriso; no segundo, fazia uma cara de poucos amigos.
Essa pequena manipulação fez com que os sujeitos sorridentes achassem as histórias em quadrinhos que foram apreesentadas em seguida bem mais cômicas do que aqueles cujos cantos da boca tendiam para baixo. Se a simples contração dos músculos faciais já leva a emoções correspondentes, é sinal de que podemos sentir-nos bastante felizes quando o corpo todo estremece de tanto rir.
Lubrificante social
Ainda assim, a estudiosa do humor da Universidade de Tübingen, Barbara Wild, é cética sobre o efeito do riso forçado e de suas propriedades de nos tomar mais equilibrados. Segundo ela, rir serve, principalmente, para criar um sentimento de grupo. Quando se fazem gracejos coletivos, medos e inibições diminuem, os participantes sentem-se próximos uns dos outros e mais aptos a lidar com as situações incômodas. Ou seja, a gargalhada funciona como lubrificante social.
Segundo antropólogos, do ponto de vista evolucionário, o riso tem a função de ajudar a controlar sentimentos negativos e reduzir conflitos, aplacando stress e tensões. Assim, quase sempre é mais vantajoso se refugiar na ironia do que pular no pescoço do vizinho ou do colega irritante. Barbara Wild, junto com Appletree Rodden e lrina Falkenberg, que hoje trabalha no Hospital da Universidade de Aachen, Alemanha, tentou descobrir se – e como – pessoas que sofrem de psicopatologias podem tirar proveito dos aspectos cognitivos, emocionais e sociais do humor. Para tanto, os pesquisadores concentraram-se em pacientes com depressão e integraram ao tratamento um programa de oito passos baseado em um treinamento para o humor para pessoas saudáveis, desenvolvido pelo médico americano Paul McGhee.
Inicialmente, a proposta é sensibilizar os pacientes para o aspecto cômico de uma conversa e acostumá-Ias a ver graça em situações cotidianas. É importante que se habituam a recordar acontecimentos curiosos ocorridos há pouco tempo e façam uma espécie de “arquivo mental”. Na etapa seguinte, as pessoas devem se empenhar em prestar mais atenção a aspectos cômicos em geral, reunir cartuns, imagens ou versos humorísticos ou até criar gracejos. Durante as reuniões do grupo é importante que o riso não se transforme em zombaria. Ou seja, os participantes não devem ser objeto de gracejo uns dos outros. Segundo McGhee, o trabalho deve ser cuidadoso, pois levar uma pessoa com depressão a fazer piadas sobre sua situação, como se isso não fosse importante, pode intensificar os sintomas.
Como sabemos, vários gracejos que fazemos em nosso dia a dia ocorrem à custa de outros-como loiras, argentinos, homossexuais ou caipiras, por exemplo. A piada surge muitas vezes como um “ataque verbal” ao qual não cabe punição. Assim, o humor “negativo”, que recorre a gracejos autodepreciativos ou agressivos dificilmente pode ter alguma propriedade terapêutica. Na opinião de Wild e Falkenberg, o humor não cura nenhum distúrbio psíquico, mas fornece a pessoas depressivas um recurso importante, principalmente no combate aos pensamentos negativos.
O psiquiatra Marc Walter, da Universidade de Basileia, na Suíça, relata que, em um estudo com 20 pacientes depressivos, todos com mais de 60 anos, que realizaram treinamento de humor, houve melhora significativa da satisfação geral, em comparação com os resultados obtidos no grupo de controle que seguiu a terapia-padrão. Walter vê nas “reuniões humorísticas” uma utilidade imediata: “Os pacientes abrem-se mais facilmente, tomam-se mais animados com o contato e aderem mais facilmente ao tratamento”. Segundo ele, porém, o humor e o riso por si sós não levam a um alívio – para obter esse resultado, é indispensável a combinação entre psicoterapia e medicação.
Em seus estudos com pessoas depressivas, a pesquisadora Jennifer Ueckermann, da Universidade do Ruhr, em Bochum, na Alemanha, encontrou um obstáculo inesperado: problemas com a percepção do humor. Alguns pacientes (principalmente aqueles mais afetados pela psicopatologia) sofriam não só de depressão, mas também apresentavam habilidade empática e memória de trabalho reduzidas. Considerando que a capacidade de memorizar o início de uma piada até o seu clímax e de considerar a “real” intenção de uma pessoa é muitas vezes essencial para a compreensão do cômico, Ueckermann acredita que as dificuldades mnêmicas e afetivas, bem como a impossibilidade de achar graça nas pequenas coisas da vida, estão vinculadas. Segundo ela, antes que se possa treinar o humor, esses aspectos correlacionados precisam ser tratados, por exemplo, com a ajuda de treinamentos cognitivos.
Muitas vezes, pacientes com essquizofrenia também apresentam peeculiaridades na forma como lidam com a alegria e as variações de humor. Psicóticos logo atribuem a afirmações jocosas um significado exagerado, muito literal, ou as associam a si próprios. Além disso, esquizofrênicos dificilmente se deixam contagiar pelo riso de seus semelhantes, o que dificulta os encontros em grupo. lrina Falkenberg propôs um experimento: colocou tanto pessoas com diagnóstico de transtorrno psíquico quanto saudáveis diante de um computador no qual às vezes aparecia um rosto feliz e, outras vezes, uma face triste. Depois que o rosto desaparecia, duas setas indicavam a direção para a qual o candidato testado devia mover os cantos da própria boca. Se apontassem para cima, ele devia elevá-los (ou seja, sorrir), se surgissem flechas voltadas para baixo, o participante devia fazer uma expressão triste. As pessoas saudáveis conseguiram fazer a mímica alegre mais fácil e rapidamente quando o rosto correspondente aparecia sorrindo. O mesmo valeu para a expressão triste. Os esquizofrênicos, porém, mostraram tendência a elevar os cantos da boca, independentemente dos rostos que Ihes eram apresentados.
Isso não comprova, entretanto, uma postura “positiva” por parte desses pacientes. Na verdade, a tendência ao sorriso indica, isso sim, insegurança: eles recorriam quase que automaticamente em um “modo sorriso” para atenuar situações potencialmente ameaçadoras. E muitas coisas parecem perigosas para os esquizofrênicos. Além disso, eles apresentam maior dificuldade que as outras pessoas em interpretar corretamente a mímica facial alheia.
Para conhecer mais
  • Humor comprehension and appreciation: an MRI study. A. Bartolo et al., em: Journal of Cognitive Neuroscience 18, 2006, nº. págs 1789-1798.
  • A força curadora da mente. Norman Cousins. Saraiva, 1993.
  • O poder do riso. Ulrich Kraft. Especial Mente e Cérebro nº 9, págs. 60-67.
Fonte: Methodus





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